D&D 5e vindo por aí?

Olá Jogadores e DMs!

Não só o Monte Cook voltou à Wizards of the Coast para escrever a coluna Legends & Lore (e sabem os Deuses o que mais), que já começaram um monte de rumores sobre o desenvolvimento do D&D 5a edição. E, ainda pra piorar, a Margaret Weiss (criadora do Dragonlance) ainda manda essa:

Eu falei com amigos do Monte que são meus amigos e todos eles disseram: sim, ele está trabalhando na 5E!

E o que isso significa para nós? A quarta edição já tem três anos, a idade desse blog, e se o desenvolvimento tomar os mesmos dois anos que tomaram o desenvolvimento da 4e, podemos esperar a 5e para algum momento de 2013, cinco anos após o lançamento do Livro do Jogador 4E. Eu acho que cinco anos é um bom tempo para uma edição de RPG, e sempre curti a empolgação das novas edições (a terceira e a quarta, até agora, pra mim). E já estou acostumado a ver minha estante ficar defasada do dia pra noite.

Mas também acho que a 4E tem muita coisa que pode ser explorada. Tenho gostado muito das novas mecânicas de cartas e afins dos últimos suplementos, e acredito que a revisão geral dos essentials deu uma excelente sobrevida ao jogo. E vocês? O que acham?

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro D&D 5E on-line via Fantasy Grounds. @dsaraujo
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54 respostas a D&D 5e vindo por aí?

  1. Acho que vou continuar fazendo o que já fiz até agora: o DDI me fornece praticamente todo o crunch que preciso, compro os livros que sirvam mesmo que a edição mude. Foi assim com o Shadowfell (minha última compra) e vai ser assim com o Madness of Gardmore Abbey (para conseguir o Deck of Many Things e a aventura sempre pode ser convertida para outras edições).

  2. Acho que essa onda de consumo deveria era dar um freio pow nós não precisamos de mais livros de regras caros acho que precisamos sim de segurança e adaptabilidade, algo que permita uma edição durar ao menos uns sete a dez anos!

    • Daniel Anand disse:

      Ué, mas as edições duram pra sempre. É bico comprar Livro do Jogador desde o AD&D. Agora, o suporte oficial uma hoje para, claro, e acredito que é disso que você está falando.

      E se saísse um PHB todo ano, que nem modelo de carro? 😉

      • gustavopiazzza disse:

        Pois é! Por mim eles podem lançar um Livro do Jogador por mês! Se eu não gostar, basta eu não comprar. Agora, o problema é a falta que o DDI vai fazer, caso eu não goste da 5e.

      • Davi Salles disse:

        Eu sou um cara que não liga muito pra suplemento, gosto mesmo é dos básicos, cenário muitas vezes vou criando a partir do básico e acabo criando meu próprio universo, mas também não quero uma quinta edição muito parecida com a 4e, quero ver bastante inovação!

        PHB todo ano não, porque ter que aprender regras novas todos os anos seria um saco, e como seria muito próximo uma da outra, não haveria muita inovação, seria mais um .5

        Gostaria de ficar mais um tempo na 4e, mas hell, ainda temos dois anos! Dá pra rolar uma campanha fácil e talvez até duas.

  3. hackbarth disse:

    Estou muito feliz com minha nova edição de GURPS, já que a antiga durou 20 anos e a SJG diz abertamente no fórum que não vê motivos para uma nova edição antes de 2020…</troll>

    Será que alguém vai fazer uma edição alternativa do D&D4e assim como o Pathfinder é para a 3e?

  4. Gurps é um sistema pequeno, com pouca representatividade lá fora. Jogos grandes tendem a ter edições menores, pois elas se pagam rapidamente e tem um fluxo de suplementos maior (o que leva a uma estagnação mais rápida).

  5. astrowar disse:

    eh certo que teremos uma quinta edição nos próximos 2 a 3 anos. se extrapolarmos os últimos movimentos da aí ares para o futuro podemos imaginar que:
    o suporte online será firme e forte
    nada de pdfs oficiais ou ebooks, talvez apps para tablets.
    pouca carga em livros e cenarios
    foco em miniaturas e cartas
    uma pegada old school mais forte !

  6. @nibelung disse:

    2014, aniversario de 40 anos.

  7. Davi Salles disse:

    Eu espero que traga megas novidades como a 3e e a 4e trouxeram, se seguirem esta linha eu vejo algo muito promissor. Não sei se a 5e edição vai conseguir me empolgar como a 4e, acredito que sim. Muito antes de sair a 4e o Anand e eu liamos tudo que era preview, já imaginávamos como o sistema seria. Quando finalmente saiu a 4e não me decepcionou nem um pouco e foi o D&D que mais joguei e que mais gostei de jogar e principalmente de mestrar.

    Acho que o Anand também teve a mesma experiência na 3e, eu ainda estava me vestindo de preto e jogando vampiro (RPG que adoro também). Vamos ver se conseguimos começar um campanha de 5e na semana do lançamento, como fizemos com a 4e!

  8. @NtDream disse:

    Não sei o que pensar… estou comprando agora os livros básicos da 4e e me preparando para mestrar para um grupo de 6-7 iniciantes, nunca jogaram RPG. Confiando que eles se apaixonarão como a imensa maioria que toma contato com nosso Hobby, não queria ter de pensar que em 2-3 anos, terei de dizer-lhes que tudo vai mudar…

  9. @kayouso disse:

    Eu acho que irei curtir muito uma 5e…
    Provavelmente farão um trabalho tão bem feito quanto as outras.

    Sem falar que temos mais dois anos para desfrutar da 4e.
    Espero que eu consiga chegar em nivel epico pelo menos nessa haha.

  10. Pra mim, não importa a edição, contanto que seja D&D!

  11. Shin disse:

    Cara, porque eu lí isso apenas hoje?
    Posto no Tomo uma ideia toda loca de nova edição, e quando decido dar uma pausa no trabalho para dar uma lida, encontro a resposta.

    T_T

    Acho que irei fazer um update no tomo4e sobre o post de hoje.

    • Infelizmente, devido a faculdade, ainda não consegui aproveitar a 4e o quanto eu gostaria.
      Espero ter várias campanhas até o nível épico, na 4e e na 5e, até mesmo na 3.5e.
      No fim das contas, D&D é sempre D&D, independente de algumas alterações (atualização) das regras.

  12. DM Rafael disse:

    Só sei que se a 5E for feita pelo Monte Cook e pelo Rodney Thompson, não importa se será lançada em 2012 ou 2016: EU COMPRO!

  13. Ian R. disse:

    Queria que durasse mais. Pelo menos mais uns 5 anos

  14. Flávio Maux disse:

    "Pra mim, não importa a edição, contanto que seja D&D!" [2]

    faz sentido uma edição especial de 40 anos de RPG, aposto que já podemos esperar um comentário sobre isso no próximo "Rule-of-Three" da Wizards.

    Não vou ficar surpreso nem se sair uma 5E no aniversario de 40 anos nem se não sair ou se sair e for "Compativel com a 4E" XD

    porem como já foi dito "Pra mim, não importa a edição, contanto que seja D&D!" [2]

  15. Youkai X disse:

    Só espero que a 5e seja mais um avanço que um retrocesso, que não inventem de pegar as coisas ruins da 3.5 pra trás e que mantenham o equilíbrio das classes em paz (pelo que ouvi falar, as classes essentials em níveis mais altos perdem em poder um pouco para as clássicas da 4e e normalmente já perdem em versatilidade, especialmente as marciais) e que arranjem jeito melhor de lidar com a parte combativa.

  16. Não gosto desse argumento "5 anos é uma boa vida útil para um sistema". Acho que tempo não é o parâmetro, mas sim a "utilidade". O sistema ainda funciona e atende as necessidades do seu público (que muda, amadurece e etc.) de maneira satisfatória? Sim, matenha o sistema. Não, mude o sistema.

    É assim que tem deveria ser, na minha opinião.

    PS: Sem contar que a 4ª edição acabou de se consolidar (faz menos de um ano) com a linha essentials… antes disso tinha update a cada 2 meses (ou quase), corrigindo várias incosistências.

    • Daniel Anand disse:

      Até aí, até hoje a 3a edição me é útil e me serve de maneira satisfatória. O tempo de se comprar coisas pela sua necessidade real acabou com o Marketing, 50 anos atrás… 🙂

      • Só queria saber "ONDE" isso é bom?
        "A necessidade inventada… o mundo é dos superfluos, morte ao valor de uso"
        Uma coisa é entender que o mundo é assim, outra é concordar com isso.

        • Daniel Anand disse:

          Não é concordar, é aceitar o mercado e fazer parte do jogo, se quiser. Como disse, se alguém quiser jogar D&D 3.0 e usar um nokia feature phone, vai ter RPG e celular. Mas isso significa que não podemos ter novas edições e smartphones?

  17. Daniel Orochi disse:

    Conheço gente que joga AD&D até hoje, e que ainda nem migrou nem pra 3.5 continua com a 3.0, concordo que uma edicao pode durar anos como o caso do Gurps que durou 20, problema é que depois de um tempo os livros esgotam, claro basta reimprimir mais, mas com o passar do tempo os caras pensam bom jah q vamos reimprimir, poque nao mudar algumas coisas acrescentar material entao acaba virando uma nova edicao do jogo, mas agora com livros digitais que podem ser compartilhados, realmente uma edicao vai durar pra sempre, nao vai ter masi problema com falta de estoque de livros. Eu queria que eles investissem mais em historias do que eu regras, pois essas ficam datadas mas a lendas dos personagens ficam pra sempre se bem escritas. Eles fazem esses suplementos por nossa culpa mesmo, nos eh que pedimos mais poderes, para fazermos em termos de regras nossos personagens mais poderosos dai acaba virando confusao com regras contraditorias.

    • As empresas fazem novas edições porque são negócios e elas precisam dar lucro. Livros básicos são sempre os que mais vendem em cada edição, pois sem eles não é possível jogar. Os suplementos vendem menos e tendem a vender cada vez menos a medida que uma edição vive.
      E livros que focam mais em história do que regras tendem a vender ainda menos (como já foi divulgado por um designer do D&D na época da 3e).
      Jogos menores não costumam fazer edições novas num tempo curto porque existe um custo de investimento inicial alto. Assim jogos como o Gurps, que não é mais o sustento da empresa-mãe faz tempo, podem manter uma mesma edição por mais tempo, porque sairia mais caro criar uma nova edição do que continuar lançando suplementos.
      Jogos grandes onde esse investimento se paga rapidamente com o lançamento de uma nova edição, acabam tendo então edições com durações menores.

      • Daniel Anand disse:

        E não é só a questão do lucro. É porque é divertido também. Fazer um D&D do zero é um desafio sensacional, e dream job de qualquer designer. Suplementos são bem mais fáceis de fazer.

  18. sembiano disse:

    Bom,

    Acredito que hoje a 4e vive seu melhor momento em design de produtos, sejam os livros, acessórios, derivados, DDI, entre outros. Realmente acharam um equilíbrio ideal entre o fluff e o crunch linha essentials veio somar opções que realmente funcionam com o resto e mesmo as classes clássicas revisadas no DDI ficaram ainda melhores.
    Apesar disso, vejo com bons olhos uma nova edição pois gosto de ver melhoras e evolução no jogo e neste sentido a WotC nunca me decepcionou.

    • Essa é a questão: a linha Essentials não nega NADA do que foi feito na quarta edição, apenas acrescenta novas formas de uso a personagens já consagrados.Um fighter criado com as regras do Livro do Jogador 4E e outro criado com as regras do Essentials podem até ter formas distintas de interagir com os desafios, mas ainda assim podem participar juntos de qualquer grupo! Essa é a beleza da quarta edição: as regras apresentadas até agora não contradizem umas as outras, apenas somam novas idéias as que já existem!

  19. Rafael do PR disse:

    Bom, eu acho que pouco material fo traduzido na 4ed. Jogo RPG a 15 anos e na minha opinião a versão clean da 4ed melhorou e muito o sistema principalmente no equilíbrio entre classes e simplificando as perícias. Meus jogadores não querem saber regras, gostam de um jogo limpo e agradável, se a 5de não complicar, com certeza jogarei.

  20. morto-vivo disse:

    e eu nem joguei a quarta ediçao ainda…
    é que gosto da versao 3.5

  21. @jamesfoxbr disse:

    pagaram meu comentario so pq comentei que gurps demora mudar edição e nem ofendi ninguem? nossa que debate "aberto" de vcs

    • Daniel Anand disse:

      Seu comentário continua lá em cima, só precisa clica na seta para expandir. Dito isso, esse blog nunca foi um debate aberto, e sempre terei o direito de apagar qualquer comentário que julgar necessário.

      • Davi Salles disse:

        Até porque temos responsabilidade sobre os comentários, então de fato existe censura dentro do blog. Não acredito que usamos isso, somente contra spam.

  22. Tô tentando pensar aqui qual seria o foco principal do 5th: o 3rd trouxe a versatilidade e bastante material para ser explorado, o 4th trouxe simplificação, equiliíbrio e a cooperatividade. Eu q jogo o 3rd desde seu lançamento ainda não pude aproveitar nem 20% e do 4th tbm ñ fica longe.
    Ver q Monte Cook e Margaret Weiss estão idealizando um novo D&D até me anima, mas para aí. Qnd estava jogando 3.5 ñ via motivo para um 4th, apenas q q trouxessem para ele o equilíbrio e cooperatividade que o 4th propunha e agora digo o mesmo para 5th.

    • Daniel Anand disse:

      Na minha opinião? Regras ainda mais simplificadas, suporte frequente com adereços (tabuleiros, dados exóticos, cartas, miniaturas, etc), suporte on-line sem dependência on-line, mas com o fluffy de volta e mais foco nos personagens.

  23. PheLioZ disse:

    Fala galera, acho que é meu primeiro comentário aqui…

    Acho que uma 5e edição seria interessante… Juntamente com a vida adulta *rs* a 4 edição DESTRUIU meu grupo. Na 3.0 e 3.5 nossos personagens eram unicos e diferentes… Sim, alguns eram bem mais fracos que os outros em combate, mas a verdade é que podiamos construir os personagens COMO QUISESSEMOS… Com uma PUTZ liberdade =)
    Nosso grupo criava as histórias primeiro e as fichas depois, manja? As possibilidades eram tão ilimitadas que você podia fazer isso…
    Era desbalanceado? Era… O mago do nosso grupo era quase um semi deus… Ele podia fazer tantas coisas incriveis… E o jogador por tras dele caçava as magias mais obscuras nos suplementos mais esquecidos pra construir um personagem que fizesse mais do que simplesmente "causar dano".
    Meu rogue sempre virava assunto nas aventuras, com as proezas que eu fazia… Coisas que com as regras atuais só seriam possiveis através da "boa vontade" do mestre…
    Quando a 4e chegou todo mundo teve "Warcraft" feelings… Pq sinceramente, é realmente inspirdo em warcraft e video games… Não que isso seja errado, mas não é o que o meu grupo procurava num rpg… Muitos elementos unicos do dnd foram deixados de lado pra facilitar o jogo, e eu entendo que seja uma boa maneira de conseguir novos jogadores… Mas pro nosso grupo a 4e era mais limitada do que a 3.5…
    Com exceção do mestre jogo Ô_õ…
    O mestre jogo ganhou um grupo balanceado e facil de manejar… Uma forma facil de criar qualquer monstro que quisesse em menos de 10 minutos… Uma forma bem mais facil de manejar encontros, armadilhas, etc… Mas como o grupo perdeu a versatibilidade, a capacidade de criar personagens realmente unicos, com habilidades diversas e interessantes (mesmo que desbalanceadas…) os jogadores desanimaram…

    Espero que essa 5a. edição traga de volta essa sensação de que cada classe é unica, e não que são apenas mudanças cosméticas entre um e outro… Acho que o balanceamento da 4e "feriu" um pouco outros aspectos do jogo… Duvido que a 5a. edição vai ter coragem de mudar isso, mas a gente pode sonhar né… E na pior das hipoteses, o Pathfinder não é nada mal =)

    • PheLioZ disse:

      Ugh, ficou um "big" Wall of Text… não era a inteção… haha, mal aí ^^

    • Daniel Anand disse:

      Bom, discordo que a 4e restringe os jogadores, e que os personagens sejam menos únicos. Na verdade, o número de opções de customização dos personagens de D&D só aumentaram de uma edição para a outra. Quais são esses elementos "únicos" que sumiram na 4e?

      Corcordo, no entanto, em dois aspectos: que a 4e trouxe mais balanceamento (e eu não acho isso ruim por natureza), e que a vida do DM ficou bem mais fácil. E isso, por si só, já valeria qualquer mudança de edição na minha opinião. Porque a história é para os jogadores, mas o trabalho, e para o DM: se ele tiver menos, com certeza temos mais tempo para histórias mais bacanas.

      • PheLioZ disse:

        Cara, pra ser sincero com vc acho que não tem nem o que explicar na diferença de opções de personagem que tinha na 3.5 pro que se tornou a 4e… Simplesmente pq unificaram o sistema pra tornar mais simples, e aí acabou tudo ficando MUITO parecido… E também alteraram absurdamente o sistema de multiclasse…
        As combinações que vc poderia fazer entre classes basicas, de prestigio, feats, uma tonelada de magias diferentes, com efeitos bem diferentes de "causar dano e efeito x" … Vc podia criar praticamente QUALQUER personagem que vc imaginasse na 3.5…
        a 4e é meio como o WoW… Vc tem roles… Não importa o tipo de classe que vc escolha dentro dessas roles, vc no fim vai acabar fazendo a mesma coisa na maior parte do tempo, e o que torna a sua classe unica vai ser só o que vc faz na menor parte do tempo… É mais cosmético do que prático…

        Compara um mago de 20o. nivel da 3.5 com um de 20o. nivel da 4e…. Vê o que os dois podem fazer… E esquece os "dados de dano" pq não dá pra comparar isso já que o sistema foi alterado, mas pensa nas opções de combate mesmo… Quantas coisas diferentes um mago da 3.5 poderia fazer com seu arsenal de magias divididos entre os 9 circulos…

        Um mago da 4e é… boring. ~-~' Claro que essa é a minha opinião, e a 4e funciona bem pra um monte de gente, exatamente por ser mais simples e equilibrada… Respeito o gosto desses jogadores, mas não dá pra comparar as opções que vc tinha na 3.5 com 4e… É uma questão de variação… ehehe Combinação de classes, prestige classes, centenas de magias, e por aí vai…

        • PheLioZ disse:

          Ops, ali onde disse "pensa nas opções de combate" quis dizer "FORA de combate", nos efeitos que fogem a essas formulas de "dano + derrubar, mover, queimar", etc…

          • Daniel Anand disse:

            Fora de combate não muda quase nada, se você souber usar os rituais da 4e. Além disso, existem vários poderes bacanas tanto na 4e clássica quanto no essentials que funcionam fora do combate.

            Queria que você desse exemplos reais ao invés de se justificar com casos anedotários.

        • Daniel Anand disse:

          Magos e Clérigos são mais legais na 3e. Guerreiros e Ladrões, bem mais na 4e. Mas isso pra quem gosta de personagens complexos, como eu e, pelo que parece, você. O número de combinações para fazer personagens são maiores na 4E, porque além de tudo que você já tinha antes (skills, atributos, feats, equipamento, classes de prestígio/paragon paths), agora você tem os poderes, epic destinies, backgrounds e temas.

          Acho que dizer que seu role vai te deixar fazendo a mesma coisa birra com a 4e. Um clérigo da 3e era um healbot muito mais que na 4e. Um guerreiro na 3e tinha muito menos opções do que fazer.

          • PheLioZ disse:

            Não me justifiquei com casos anedotarios… fui bem direto no meu exemplo: construa um mago de 20o. nivel de cada edição e compare os dois… Eu assumi (espero que corretamente) que você conhece bem as duas edições e sozinho conseguiria ver o meu ponto…. Mas ok, vamos lá…

            Vou trabalhar em cima de um exemplo seu:
            Vc disse que na edição anterior os clérigos eram healbots… Não sei se vc jogava com clérigos, mas isso está completamente errado! Se você quisesse trabalhar com um clérigo de uma divindade guerreira como Tempus, por exemplo, vc não precisaria necessariamente incluir no seu arsenal magias de cura. Poderia construi-lo como um buffer sem se preocupar com isso… E não precisa ficar so no arquetipo de "Warpriest" também não! =) Pensa em um clérigo de Kossuth por exemplo? Ou Auril?
            Um clérigo de Oghma, que utiliza mais magias de augurio, etc?

            Se você entrar no espirito, cada clérigo de cada Deus diferente vai ser completamente diferente do anterior. Se você considerar as opções de substituição de poderes da 3.5e então, essa diferença aumenta ainda mais! =)

            Sobre o que vc disse de Guerreiros e Ladrões serem "bem mais legais" na 4e, isso só é valido se vc considerar que o personagem vai ser ladrão ou guerreiro do nivel 1 ao 20 (ou 30 na 4e). Claro que essas classes eram bem mais limitadas na 3.5, mas dificilmente alguem iria ter TODOS os niveis na mesma classe…. Eu mesmo jogava com um rogue / assassin / swordsage… =) O numero de coisas que eu podia fazer com minhas magias de assassin somado às manobras de swordsage era absurdo!

            Sobre o que vc falou que a 4e acrescentou… Poderes não são uma novidade, já que as magias já existiam, e os personagens tinha habilidades de classe que ganhavam de acordo com o nivel. Talvez poderes sejam novidades pra um guerreiro PURO, mas só isso… Concordo que os Epic Destinies tenham sido um ganho, já que apesar de existirem regras para personagens épicos, elas eram péssimas e não te traziam muita novidade… Backgrounds já existem há anos, mesmo antes da 3.5… Já temas? Não sei do que se tratam… =P

            Por ultimo, não tenho "birra" com essa ou aquela edição… Não preciso disso! =P Se a 4e fosse, pra mim, superior eu não teria problemas em admitir… Eu não tenho ações em uma empresa concorrente da WotC nem nada parecido! hehehehehe… Eu ia achar massa e ia querer jogar… Mas na minha opinião a 3.5 é superior em *quase* tudo… Mas é complexa, dificil de se entender e isso espanta jogadores novos.

            É fácil entender as razões da WotC para criar uma nova edição, só que a simplificação sacrificou algumas coisas que eram importantes pra outros jogadores, como essa versatilidade que a combinação de classes diferentes permitia, por exemplo.

          • Daniel Anand disse:

            Não importa a divindade que você escolha. Em qualquer mesa que já joguei, mestrei ou presenciei, sempre mais de 50% das magias de clérigos na 3e viravam magias de cura.

            E no caso das classes marciais, mais uma vez você afirma que são necessárias classes com magia para ficarem legais. Ou seja, na 4e classes marciais se sustentam sozinhas. No seu próprio exemplo de rogue/assassin/swordmage, o que eram legais eram as magias de assassin e swordmage.

            Se o que você sente falta na 4E é multiclasse, recomendo a leitura das classes híbridas que simula bem esse tipo de mecânica. Mas é outra discussão.

          • PheLioZ disse:

            "E no caso das classes marciais, mais uma vez você afirma que são necessárias classes com magia para ficarem legais."
            Não cara… Não afirmei isso em momento algum. E pelo contrário, meu personagem era um rogue com essas coisas a mais. O que eu disse, e vou me citar aqui:

            |O numero de coisas que eu podia fazer com minhas magias de assassin somado às manobras de swordsage era absurdo|

            O que quer dizer que uma coisa acrescentada a outra me dava uma "sinergia"… Eu podia combinar magias de assassino com *manobras* (e não magias… a mecanica e o uso são diferentes…) de swordsage (e não swordmage…..) pra obter uma quantidade absurda de efeitos. Só que eu dependia da minha classe rogue como 'base' pra poder fazer isso aí… Essas classes acrescentavam 'armas ao meu arsenal', e não substituiam o fato de eu ser o rogue do grupo =)
            Como rogue eu tinha minhas habilidades de combate, minha stealth, meus skills… Em cima disso eu vinha com a prestige class de Assassino, que mantinha boa parte da minha progressão como rogue e me acrescentava uso de venenos e algumas magias que eram orientadas a rogues/assassinos… Por exemplo, usar nuvens de fumaça, assumir formas sombrias e escapar de golpes… A cara do personagem ainda era a de um rogue! =)
            As manobras do swordsage eram as mais diversas, e eu focava as minhas também em mobilidade, como se teleportar a curtas distancias através das sombras, ou usar uma "stance" que me permitia escalar por paredes…
            Todo o feel do personagem ainda era o de um rogue, mas com poderes interessantes que consegui de outras classes… Sem "rogue" na equação não iria funcionar…

            Ou seja: em nenhum momento disse o que vc disse que eu disse, entendeu? *rs*

            Bom, encerro essa discussão por aqui… deu pra perceber que nós dois temos nossos favoritos. Vou dar uma olhada nas classes híbridas que vc comentou!
            Até =)

          • Daniel Anand disse:

            Ok, entendi que seu personagem era legal e fazia um monte de coisas. Mas usar isso como evidência de que na 4E não importa a classe que você escolhe não faz muito sentido. Esse é meu ponto. Um rogue na 4E faz um monte de coisa bacana também, e provavelmente dá pra montar algo bem similar ao seu PC de 3.x na 4e.

        • Davi Salles disse:

          Eu acho a 4e mais simples mesmo. Acho que a 4e tem uma pegada mais indie com suas regras. É isso mesmo que leram. O que acho massa é que as regras básicas são simples, é como um box, completo e simples, o bacana é como você constrói aquilo tudo na sua mesa.
          Por exemplo, eu acho as regras de HP muito idiotas, sempre foram, por isso inventei a condição de ferimento, para representar danos verdadeiros.
          SK são legais, mas acho que deveriam ser mais trabalhados, por isso gosto de criar SK com diferentes etapas, fases onde é necessário estratégia ao mesmo tempo que rola mais emoção.
          3e tinha regra pra muitas coisa, na 4e não. Isso não quer dizer que é impossível fazer na 4e, quer dizer que depende do DM e dos jogadores.

          Abraço

    • No final das contas o que vejo na maioria dos argumentos PheLioZ para criticar a 4ª edição é que ela não permite os "feitos" (leia-se: COMBOS) que os personagem da 3ª edição poderia fazer… porque se tratando de cenas muito empolgantes com feitos extraordinários, a 4ª edição é de longe mais apta (vide um poder diário de nv 1 do Ranger "Split the Tree"!!). Isso é tanto evidente que o seu grupo foi "destruído pela 4ª edição" apenas os jogadores, o mestre adorou! Pois agora ele teria mais tempo para lidar com a ESTÓRIA do que com a mecânica. Enquanto os jogadores ficaram chateados, pois seus personagens super combados teriam que ser substituídos.

      Os argumentos para dizer que a 3ª edição é melhor que a 4ª rodaram sempre em volta de mecânicas para fazer personagens legais, mas anota uma coisa:

      Na terceira edição era muito fácil combar o personagem, fazer DELE uma coisa apelona e desequilibrada (em relação tanto ao resto do grupo, quanto aos monstros). Na 4ª edição não adianta (e não é tão fácil) fazer um personagem combado, ele tem que se encaixar no GRUPO, o que importa é "combar" o grupo e não um personagem, até porque na 4ª o personagem pode ser muito forte em alguma coisa (combado mesmo), mas vai ter sempre pontos fracos evidentes!

      Quanto ao argumento de transformar diversos conceitos em personagens: na 4ª edição dá pra fazer isso brincando com todas as opções que temos, sem precisar criar um sistema novo para cada classe (o que acontecia com bastante frequência na 3ª). Sem contar que poderia fazer uma infinidade de personagens, mas apenas uma dúzia realmente FUNCIONAVA mecanicamente (no sentido de não se tornar obsoleto com relação ao desafio dos encontros de combate, p. ex).

      Outra: Existe um abismo de diferença entre LER a 4ª edição (principalmente com olhos viciados de edições anteriores) e JOGÁ-LA. Eu tive as mesmas impressões que você no início, mas hoje vejo que, apesar de alguns problemas que eu encontrei, a 4ª edição é a melhor edição para jogar uma aventura com cenas marcantes, personagens épicos e que envolva todos os jogadores de forma igual do que qualquer edição anterior.

      Mas tudo isso é a MINHA opinião.

  24. DM - Bruno Oliveira disse:

    ola! eu nao conheço o site, mas vcs me deram uma exelente noticia. Se esses rumores forem verdade a 5ª ediçao tem tudo pra dar certo, pois na 4ª ediçao o monte cook nao trabalhou, e ele é um bom editor. o acompanho a muito tempo, jogo desde os meus 12 anos de idade quando era ainda ad&d, e a tranformaçao que ocoreu quando passou a ser d&d foi otima, e os reajustes da "3.5" era muito facil de ser feito. Mas quando os rumores da 4ª ediçao começaram a ser espalhar e que o monte cook nao estava trabalhjando desta vez, fiz com que eu e o grupo qeu jogo permanecermos jogando o "3.5", nada contra os atuais editores, mas o qeu eles fizeram na 4ª ediçao pode-se dizer que foi uma tramenda cagada, ficou parecendo video game, e no forgotten realms, foi um deus nos acuda, mas agora o qeutemos que fazer e esparar, e torcer para que o monte cook possa salvar o sitema d&d dessas alucinaçoes de achar que o novo é sempre melhor. Até outra hora!

  25. Kreennor Lebrook disse:

    Olá gente sou mestre de D&D e jogador a 20 anos e sempre fui fiel ao sistema embora reconheça que a outros bons. Claro que como fã incondicional de DragonLance queria ver meu cenário favorito na Quarta Edição mas isso não vai acontecer agora com a noticia da quinta quem sabe A Margaret Weis da uma ajudinha !!
    Abraço!
    Est Sularus Oth Mithas!!!

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