Domingo de Links

E lá vamos nós para mais um Domingo de Links!
tsai

Na Gringa

Nacionais

O ilustrador de hoje é Francis Tsai, ilustrador do Monster Manual e da Dragon/Dungeon, outros livros de RPG, card games e HQs. Ele foi eternizado no D&D pela arte fabulosa do Dungeon Master’s Screen da 4E.

E rolem 20!

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7 respostas a Domingo de Links

  1. Jacktador disse:

    uau!!! O.O oque é está acontecendo com o d3system, vai mudar tudo??? há uma contagem, amanha já fica pronto pelo jeito, e esse "UM anel" huahuahua

  2. JM. disse:

    Só para constar… faltam 12 dias e não 12 horas.

  3. Estranhei o número de visitas o meu blog no domingo!
    Fui no Analytics e vi 34 visitas referentes do Rolando20.
    O que uma indicação não faz hein!!!

    Grande Trabalho! E Role Bons Dados!

  4. O link sobre a "falta de roleplay" na 4E só explicitou algo que eu falo para todos aqueles que vem me dizer que o nova edição não permite interpretação de personagem: que o sistema não faz o bom interpretador, e sim a dinâmica do grupo e seu narrador!

  5. Onor disse:

    Severo, mas alguns sistemas enfatizam mais o roleplaying. Nem vou falar do Mundo das Trevas.

    O próprio e famigerado GURPS era um deles, o DC Heroes era outro assim como o próprio M&M dá regras nem que opcionais para melhorar a representação.

    Alguns sites sobre RPG têm discutido como as aventuras publicadas pela WotC não tem dado indicação alguma ou mesmo enfatizado o rolepalying com seus NPCs e situações.

    É triste notar que após tantos anos com esse hobby evoluindo, cheguemos à 4ª edição do rpg mais famoso de todos com essa premissa indiscutível de jogo de porrada de tabuleiro com uma ambientação influenciada por jogos eletrônicos como o WoW e Diablo.

    Como já foi noticiado que o D&D 4e é um "D&D for dummies" com regras claras e simples, justamente para atrair o jogador novato ou aquele novato curioso, acho que deveria ser dever de casa no PH / LJ ter um capítulo em especial para o roleplaying. Ok, o sistema não faz o bom interpretador, mas dá o caminho das pedras.

    • Daniel Anand disse:

      D&D nunca teve grandes ênfases em jogos cheios de diálogos, plots e conspirações, e sim em entrar em salas escuras e roubar tesouros de monstros. Mas, imho, isso não tem nada a ver com Role-play. Role-play é você interpretar seu personagem, fazer as ações de arcordo com aquela persona ficcional que você criou, independente de ser a melhor ou mais inteligente ação. Ou seja, role-play pra mim tem muito mais a ver com não ir atacar aquele monstro porque seu personagem não faria isso, do que ficar batendo papo "dentro do personagem" na taverna.

      Claro que falar pelo personagem faz parte, mas é muito menos crucial do que muita gente pensa, eu acho. Em relação às aventuras da WotC, elas tem pouco potencial representativo, de fato, mas sempre foi assim, isso não é novidade do D&D 4e, basta comparar a Fortaleza no Pendor das Sombras com a Cidadela sem Sol. Ambas tem NPCs e situações para Role-play, mas pouco dentro do todo.

      Por fim, dizer que o D&D 4e é for dummies, é um tanto enganoso. Apesar de ter regras mais claras, simplificadas e elegantes, ele possui uma teia de complexidade e tática muito maior que edições anteriores. Para ficar especialista no sistema, não é nada fácil.

      Meus cents.

      • DM_Rafael disse:

        O que me fez pensar… antigamente, a classe não recomendada para iniciantes era o mago, por causa de todo o trabalho para escolher as (ou "a") magias corretas, as área de efeito e tudo mais.

        Hoje, eu vejo que o role mais complexa para o iniciante é o leader, porque tem que lembrar dos seus bônus concedidos, se posicionar corretamente no mapa (em especial para o warlord!) e tomar suas ações pensando sempre no grupo. Não é tão simples assim!

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