Eberron

Eberron é um cenário relativamente novo, mas já conseguiu seu espaço no universo do D&D. Eu sou um fã de carteirinha do cenário, e nesse post vou explicar porque esse mundo conturbado conquistou minha mesa de jogo.

Menos medieval, mais moderno!

Eberron é um cenário de D&D muito próximo da nossa realidade, pelo menos eu acho isso, por ser uma sociedade capitalista, já que segundo Marx o que determina as forma da sociedade são as relações de produção. Claro que nem todos os reinos são capitalistas, mas praticamente todos, afinal apesar de existirem alguns reinos feudais o que realmente move a economia de Eberron são as treze casas, que possuem o capital da terceira revolução industrial, o conhecimento, no nosso caso tecnológico, no caso de Eberron, mágico.

Guerra Mundial!

Cada cenário tem e teve seus conflitos, mas Eberron teve uma guerra mundial! E como toda guerra nunca é bem resolvida, assim é a última guerra de Eberron. Além de ter mudado fronteiras e trocado alianças, um reino inteiro foi explodido por uma explosão atômica mágica. E acabou se tornando um lugar bem interessante, onde qualquer coisa bizarra pode existir, quase um outro plano, onde a magia toma consciência.

Um cenário tecnomágico!

Eu adoro a tecnomagia de Eberron, que muito parece com final fantasy, barcos voadores, hologramas, carros, máquinas de teleportação, de comunicação, robôs e o que mais o mestre tiver criatividade de criar ou copiar.

Deuses e Religiões

Em Eberron nem todos possuem uma mesma religião, diferenciada apenas pelos deuses patronos, mas cada grupo, seja os Elfos de Aerenal, elfos de Valenar, humanos dos centros urbanos ou os cruzados da chama prateada possuem religiões totalmente diferenciadas, pode mudar apenas alguns rituais matinais, ou pode ser todo uma percepção diferenciada do mundo. Isso é mais realista, e pode ser mais interessante para uma campanha.

Eu poderia dizer milhões de coisas que eu gosto de Eberron, mas isso levaria para sempre, por isso espero que os outros fãs de Eberron comentem em suas coisas preferidas do cenário.

Sobre Davi Salles

Irmão do Daniel, o Davi começou a jogar mais ou menos na mesma época, mas demorou um pouco mais para jogar junto. Irmão caçula, sabe como é. Ele gosta bastante de Senhor dos Anéis, e suas aventuras sempre tem um toque Sheakspereano. Curte the One Ring, Vampire: the Requiem e outros RPGs mais interpretativos, mas também joga e mestra mesmo o velho e bom D&D.
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12 respostas a Eberron

  1. Woodstock disse:

    Eu adoro Eberron, Davi. Foi o primeiro cenário que estudei profundamente e peguei gosto. Adoro o estilo urbano de ser em Eberron e a possibilidade de intrigas a cada hora do dia.

    A riqueza do material também é exemplar. O livro do cenário é lindo, especialmente em suas ilustrações. Eu tenho mais dois: Sharn, City of Towers; e Forge of War. Ambos são muito mais conteúdo de cenário que mecânica.

    As novels também são exemplares. Li a Mark of Death, que é mediana (mas o segundo livro é bom); Heirs of Ash (melhor trilogia que já li!!!); e Bound by Iron (bom livro também, apesar do fim mediano).

    Último post de Woodstock: Oficina de Personagem: Dwarven Defender

  2. Rey Ooze disse:

    Davi! Este post foi muito curto !!!

    Apenas atiçou mais a curiosidade sobre Eberron.

    Diga lá, o que voce sinceramente espera de Eberron 4E? Sendo que já existem material para ele, mesmo sem haver os corebooks.

    Escreva mais sobre Eberron, Casas, Dragonshards, etc!

    AHAHA

    Abraço

    Último post de Rey Ooze: Enquete sobre o ‘Warlord’ na D3System

  3. Heitor disse:

    Muita gente desmerece o Eberron, com o argumento de que ele é “estilo Final Fantasy”. De boa, Eberron tem mais elementos de pulp action do que tecnofantasy. E além disso, não sei qual é o preconceito em relação a este gênero; He-man É tecnofantasy (e anterior ao próprio FF), e hoje é cult.

  4. Darin disse:

    Sou fã de eberron também…

    O que mais gosto no cenário é o aspecto exótico do mesmo…tem um certo feeling diferente… O Post realmente não disse quase nada do cenário, hehehe…

    Mas realmente é difícil falar do cenário em pouco tempo… eu nao diria q é um cenário tão moderno assim… acho que há um certo exagero que acaba até repelindo algumas pessoas por alguns mestres meterem tanto robo no meio… O meu estilo de jogar Eberron tem muito mais a ver com Zelda do que com Final Fantasy, por exemplo…
    Uma coisa legal em eberron é q as civilizações são menos meanstreaming… não tem um elfo típico “europeuzado”… ele é mais um asteca! E as próprias civilizações humanas são bem diferentes… parecem mais com uma mistura do moderno encantado do que com um medieval homogêneo e boring…

  5. Woodstock disse:

    Darin, um dos conceitos mais interessantes, na minha opinião, é o antigo império hobgoblin. Colocar esse tipo de ser com tanta cultura num continente super agitado me pareceu divertidísismo!!!

    E entrando no tema que muitos mencionaram de certa forma… o que há de legal em Eberron é o abuso de elementos culturais que nos são próximos. O livro menciona alguns filmes famosíssimos como base (Indiana Jones, por exemplo). Além disso, em Breland temos um verdadeiro MI6, repleto de James Bonds.

    E outros pontos lembram cada uma das referências culturais que já foram mencionadas. Eberron é muito rico nesse aspecto. Cada um consegue encontrar elementos que se aproximam de sua bagagem cultural!

    Último post de Woodstock: Oficina de Personagem: Dwarven Defender

  6. C disse:

    Impressionante como é “cult” falar mal das coisas pops. Ser do contra deve dar uma sensação de status impressionante… o cenario tem a tecnomagia como um dos seus elementos, assim como os FF, e isso é desmérito pq?

    É chique falar mal, mas quando sai FF novo todo mundo compra

    Último post de C: Aquarius Fresh (e genéricos): “Aaaaah!!!” É O CARALHO!

  7. JexDragon disse:

    eu acho muito maneiro Eberron, tenho os livros. Acho um cenário muito exótico e é um fuel para alimentar minhas idéias em aventuras. Eu acho muito legal a abordagem com adaptações que o próprio livro oferece.

    Último post de JexDragon: Background de Personagens

  8. Galhardo disse:

    olá!
    eberron também é meu cenário favorito (logo seguido de planescape) mas o que me faz parar dois minutos para escrever este post foi o woodstock ter mencionado alguns novels deste setting.
    se gostam de eberron precisam ler a trilogia dreaming dark escrita pelo criador de eberron: keith baker! todos os três livros são excelentes de ler da primeira à última linha e passam por elementos inspirados em sandman e watchmen!

  9. Froghp disse:

    Nao conheco muito de eberron… o que eu sei, foi mais o que eu joguei no Dungeons and Dragons Online… lah, me pareceu um cenario bem legal… mas, obviamente, nao aborda todos os plots possiveis… mas tem as casas (acho que nao sao todas) e a tecnomagia…

    e eu tambem nao sei pq ser comparado ao FF seria um demerito… FF eh legal pra baralho…

    Eu ainda continuo com o FR… mesmo na 4e… jah tenho meus livros aqui, dos quais jah li muita coisa… mesmo sendo praticamente um cenario novo, continuo gostando… talvez seja culpa de tormenta (quando eu joguei o sistema ambientado pela primeira vez, ainda em AD&D – ateh entao, sempre era usado um cenario “generico” – e continuei com a sensacao de cenario generico com NPCs “carismaticos demais”)…

  10. D.DARKANGELLUS disse:

    Davi! Este post foi muito curto !!!
    Apenas atiçou mais a curiosidade sobre Eberron.
    Escreva mais sobre Eberron[2]

    Tbm gostaria de maiores informaçõse sobre Eberron,quem sabe até descrever como foi uma antiga campanha ou locais que julga de extremo valor para o cenário.

  11. valberto disse:

    Eberron é o melhor cenário que a Wizards produziu.

    Último post de valberto: Repensando as classes básicas I – Halflings

  12. Alysson disse:

    Eberron é o melhor cenário que a Wizards produziu. [2]
    Tenho todos os livros e nunca me canso de descobrir mais coisas sobre Eberron. Keith Baker foi genial e continua sendo.
    Só espero que não estraguem essa jóia na 4E, como fizeram com o FR (na minha modesta opinião).

    Último post de Alysson: Architecture In Helsinki – That Beep

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