Podcast Rolando 20 – Episódio 46 – O futuro do D&D

Olá Jogadores e DMs!

Nós, Daniel Anand & Davi Salles, e estamos de volta com mais um podcast, agora para falar do futuro do D&D! Com tantas novidades tecnológicas, menos livros, mais cartas, e num mundo mais on-line, o que vai acontecer com o nosso hobby favorito? Bom, damos nossos pitacos e esperamos os de vocês nos comentários abaixos!

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E rolem 20!

 

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro D&D 5E on-line via Fantasy Grounds. @dsaraujo
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37 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 46 – O futuro do D&D

  1. NtDream disse:

    Opa, conferindo!

  2. Edu Trevisan disse:

    OPA! Esse eu quero ouvir (quando chegar em casa)…

    Mas pela imagem ali já imagino as discussões, o mesmo que eu estava perguntando no twitter:
    O RPG de mesa do futuro será RPG virtual?

  3. Edu Trevisan disse:

    Será que um dia jogaremos D&D 5E assim? http://vimeo.com/9361738

    • Daniel Anand disse:

      Acho que sim. Mas o roleplay e a criação de histórias ainda será a mesma, e ela mudou bem pouco desde o OD&D, né?

      • Edu Trevisan disse:

        Concordo. Quem cria as história e faz o roleplay são os jogadores. A tecnologia vem pra facilitar o controle das regras e dos cálculos, além de ajudar a imaginação com miniaturas 3D, por exemplo.
        Mas não nego que eu amo a "alma verdadeira" do RPG de mesa: livros de papel, dados reais, miniaturas de plástico ou metal…

  4. Sério, reclamar de "excesso de caracterização"? Nos anos da terceira edição ainda por cima?! Bixo, que isso… na pior das hipóteses, é só iniciar a campanha dizendo "esses aspectos do cenário não me agradam, então o foco será outro", e pronto. Problema zero.

    E vocês falaram de caracterização, blocos de estatísticas, estilos de jogo, miniaturas, aventuras prontas, bestiários, enfim, tudo referente ao passado do jogo. E o futuro, que seria o tema do podcast, onde foi parar?

    A impressão que dá é a de que vocês estão raspando o fundo do tacho… e nem é um tacho de doce.

    Descrever o tamanho da miniatura de dragão que vc queria como "eu queria uma mini de dragão desse tamanho assim" foi sofrível… a gente não tem como ver vocês no podcast, cara!

    E.

    • Daniel Anand disse:

      Claro que podemos dizer que "esses aspectos do cenário não me agradam". Mas vai dizer que você não conhece um monte de jogadores que teriam problemas em ignorar um monte de descritivos "oficiais" de cenário? Eu conheço, e tenho certeza que outros ouvintes também.

      Perceba que estamos do futuro do D&D ano que vem e próximo, não daqui a cinquenta anos. E nossa conclusão é que só que vai mudar são os acessórios. O futuro é muito parecido com hoje, em nossa opinião. Aliás, mó spoiler do episódio. 😀

      Em relação à referencia ao tamanho, esse é o problema de gravar juntos, a gente esquece que os ouvintes não vêem a gente. Vamos tentar não esquecer. 🙂

  5. dcorsi disse:

    Daniel, qual o app do iPad que você cita lá no começo do podcast?

  6. Charlinger disse:

    Enquanto ouvia o cast fiquei imaginando usar a tecnologia 3D junto a realidade ampliada e um programinha gerado para o Nintendo 3DS, onde os portáteis ficariam abertos em cima da mesa "lendo" o cenário e a jogada de dados e através da realidade ampliada representando tudo isso em 3D.

    Viagem das grandes, mas que seria interessante seria

  7. Puppet disse:

    Cara não tenho problemas com computadores, na verdade quanto mais deixarem as contas para eles melhor. Mas o modo que a WotC está conduzindo as coisas T.T

    Lançam um Character Builder On Line sem suporte para iPhone, levam uhm… 4 meses para implementar inherent bonus nele. E ainda não existe o resumo/summary que era bastante útil para compartilhar builds em fóruns. Não comentarei os crashs.

    Sério a idéia de ser on-line é sensacional. Não ter que ficar instalando, ou pelo menos no meu grupo era comum um dos jogadores não ter atualizado o CB. Colocou On-Line acaba com isso mas, pelo amor de Deus a porcaria do programa tem que sincronizar com o servidor a cada mudança e você faz?? Não sei das limitações do Silverlight mas a sincronia não poderia estar em thread separada?

    Além disso a auto-contida linha Essentials que já vazou para o Heroes of SHadow. Não tenho problemas com os Essentials, mas eles eram para ficar naqueles livros. De repente… toma na cara um livro que não é mas é Essential.

    • Puppet disse:

      Hehe!! Se fosse uma empresa de aplicativos web mesmo que fizesse o CB teria uma forma de tornar sua build publica e as pessoas poderiam "dizer" se a "curtiram" ou não. xD

  8. Luiz Borges disse:

    Comentaram no podcast que os outros criadores de d&d foram podados pela Wizards, isso é vero? Já há uns 2 meses estou desenvolvendo uma estrutura customizável e scriptável para criar personagens para d&d considerando pré-requisitos e tudo mais e permitindo qualquer um criar um novo poder/feat/etc. Resolvi voltar nesse meu projeto depois de ver os livros da Essentials que mudaram o meio-elfo (tirando o maldito talendo diletante que era é merda para criar de forma genérica e customizável).

    Minha idéia é ter como base APENAS a série Essentials, traduzindo o conteúdo básico para pt-br (nada de descrição e firula, só a parte mecânica que vai na ficha). Quanto chata está a Wizards em relação à isto?

  9. guilherme disse:

    pra mim tem q compra soh os corebook e um mundo pra ambientar e o resto ripa na chulipa soh imaginação mermo dah mais trabalho mais ainda ruleia a vera

  10. Raphael disse:

    Galera, Podcast Fantastico!

    Tipo, qual a trilha sonora que vcs estão usando?

  11. Merimas disse:

    Eu gostava dos livros da época da 3.x, que costumavam ter um tema interessante e informação variada, mesmo um Livro completo do Guerreiro que trazia além de talentos e classes de prestigio, tratava de outros assuntos como torneios por exemplo. Gostaria que tivesse mesmo livros que são algo além de uma lista de poderes.

    Ah sim, queria muito saber também qual é a trilha sonora que vocês estavam usando.

  12. Rapha disse:

    A parada e comprar jogos do tipo olddragon,swords &¨wizardry . Colocar na mesa e jogar!

    como sempre foi !

    nego quer fazer uma lan house na hora do RPG, fica com excesso de informaçao , e acaba nao adiantando!

  13. sembiano disse:

    Opa,

    Eu já acho que material oficial de cenário e suporte a eles é extremamente necessário. Isto não significa que este material deve estar exclusivamente em um livro impresso, me parece que inclusive nestas pesquisas da WotC no site o suporte ao cenários estava bem colocado como material desejável no DDI. Acredito que um bom mix de material online, impresso (novels, aventuras e expansões do cenário de RPG) e campanhas de jogo organizado(Encounters e Campanhas Vivas) podem fazer este trabalho e estão nos planos da Wizards para o D&D.

  14. Pingback: O Futuro do RPG (e do D&D) « Epic Kingdom RPG – Dungeons & Dragons

  15. Daniel Racca disse:

    Opaaa, legal! um podcast sobre d20.. Sempre tive medo de aprender a jogar d20 por achar meio confuso, sempre prefiri 3d&t ou Storyteller, vou dar uma ouvida pra ver se me empolgo.. =)

  16. Mitinhoo disse:

    Estou procurando um expert em D&D, estou criando um jogo online que possui os personagens semelhantes aos do D&D e precisaria que algum expert separasse par amim 4 ou 5 classe e para cada classe separar de 5 a 6 guerreiros (que tenha coligação referente a classe) e mais 2 ou 4 armas pesadas como catapultas etc…

    Para me encontrar basta enviar e-mail para: mitinho@gmail.com

    Passarei exatamente o que preciso por e-mail.

    O responsável pelo projeto receberá seu nome junto dos criadores do jogo e se desejar um certificado para comprovar.

    Havendo mais de 1 poderá haver uma disputa. Os responsáveis do jogo terão o poder de escolha.

  17. Agelus disse:

    Novato aqui =].
    Acho que esses novos modos de jogar, principalmente modos online vai ser muito bom no futuro pra pessoas como eu que vive em uma cidade que não é muito fácil encontrar pessoas que apreciem RPG.

    Se ficarem sem idéias pra um podcast pode fazer um especial em que mostra vcs jogando em um mundo desses que vcs comentam (o de Dark Sun me deixou bem interresado), como no nesse podcast do Jovem Nerd que ficou bem legal: http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-251-

    Últimamente tenho procurado por todo lado por algo parecido(foi assim que achei esse site =]), mas parece que ninguém costuma gravar a suas aventuras no RPG de mesa =/.

  18. Arcos disse:

    De certa forma esse novos metodos de hjogar RPG sao bons para divulgar e para quem gosta de jogar rpg e nao acha ngm para jogar. MAAASS nada subistitui o rpg de mesa pois o mesmo tem a interação entre o grupo e as risadas, na minha opiniao uma coisa mto mais humanas que as mais recentes.
    Para bens pelos posts e o podcast esta td mto bom e informativo continuem assim o/.

  19. Eu vejo essa nova onda de tornar o conteúdo exclusivamente digital complicado… pow, se eu resolver viajar para um interior que não tem internet? Ou simplesmente jogar em uma casa de Praia?

    Quer dizer que se no meio da sessão falta energia eu vou ter que interromper tudo por que eu não vou poder fazer uma simples consulta sobre uma regra ou um NPC?

    Sem contar que bugigangas tecnológicas ajudam muito à dispersar a atenção… quem nunca viu um jogador na mesa com um MSN ligado enquanto joga?

    Acho que deve haver um equilíbrio, ´se não daqui a pouco vamos precisar do PC pra jogar RPG tanto quanto precisamos para jogar Warcraft ou Counter Strike… e aquela velha frase : "Tudo o que você precisa para jogar é esse livro, dados, lapis papel e um grupo de amigos" por "Tudo o que você precisa para jogar é um IPAD, conexão com internet, uma tomada 110V, 5 notebooks e 2 celulares com roladores de dados"

    Eu não sou contra os acessórios, mas trocar totalmente os livros analógicos pelos digitais é complicado pois tenho medo do nosso hobby (ou melhor, o D&D) torna-se exclusivo ao "Meio Técnico-Científico-Informacional"*.

    Um abraço.

    * SANTOS, Milton; "Técnica, Espaço, Tempo"; Hucitec, São Paulo, SP; 1994.

    • Davi Salles disse:

      Eu acho que não só será o RPG que precisará de conexão a internet e um computador para funcionar bem. No trabalho de praticamente todo mundo, o computador é essencial assim como a internet. Vamos precisar do computador tanto para jogar World of Warcraft, estudar na faculdade, fazer compras, conversar com pessoas que estão longe e muito mais.

      O mercado dos caras não é o brasileiro, mas o americano e europeu, onde casas na praia e fazenda já possuem internet, luz….

      Se o cara está jogando com o MSN ligado é um escroto que não está afim de jogar, não deve ser convidado pra jogar novamente (vc deixa o msn ligado numa reunião do trabalho?)

      Acho que livros de papel logo irão desaparecer (logo para as sociedade ricas ocidentais), não só os de RPG. Leva um tempo ainda, mas acho que o futuro, não só do RPG será assim. Hoje 90% do que leio é na tela do computador, tablet ou outro aparelho eletrônico. Acho que talvez seja mais, mas no mínimo 90%

      Caso falta energia no meio da sessão, algo que não deve ser comum, e mesmo assim, notebook, celulares e Ipad possuem bateria, é sempre possível improvisar. RPG nunca precisou nem de papel, lapis ou dado, sempre bastou um grupo de amigos.

      • Meu caro David, o que você fala é verdade, somos obrigados a nos inserir nesse movimento de tecnificação computadorizada de quase TODAS as relações. Outra coisa é APOIARMOS esse movimento…
        Claro que sei que eles (da Wizards) trabalham com a realidade americana/européia, mas isso não me deixa "tranquilo", pois a MINHA realidade não é a americana (perceba que não estou exigindo que eles pensem na minha realidade, na dinâmica do terrítório onde vivo [Belém-PA, amazônia, Brasil] pois a lógica que rege as ações de uma corporação como a Wizards não contempla essa possibilidade), eu continuo inquieto.

        Esse movimento que buscar tornar essencial algo que é supérfluo em nome do consumo…. perceba que entraríamos em uma discussão sobre "modelo de sociedade ",se essa conversa evoluir, e eu não concordo com esse em que vivemos.

        A questão principal é: "Eu não acho 'normal' digitalizar tudo", pois isso está dentro de uma ideologia que coisifica as pessoas e as transforma em ter e não em ser., e isso inclui o RPG. Eu não quero ter que parar de jogar RPG por que não tenho um IPAD ou conexão com a internet. (se eu quiser continuar jogando devo adquiri-los). Hoje, se você não tiver um simples celular (seja por qualquer motivo) você "não é ninguém", você está excluído (ou incluído precariamente dependendo da visão de mundo).

        Enfim, acho que você entendeu onde quero chegar. Gosto dos "Gadgets" enquanto são "Opcionais"(Claro que o Character Builder agiliza e facilita 100 vezes a construção de uma ficha, mas ainda posso construir uma com uma folha de papel em branco e um lápis).

        Sou daqueles que prefere as relações "Face a Face" mais que as "Tela a Tela", que não acredita que você pode viajar e conhecer e se relacionar, de fato, com o mundo a partir de um computador. E pra mim RPG é isso… é contato, é reunir amigos nada substitui poder jogar cheetos" no amigo do outro lado da mesa depois de uma falha crítica… eu prefiro a "pílula vermelha".

        Mas respeito sua opinião David, mas talvez eu concorde mais com o Daniel, e você tem razão, RPG, em sua essencia, não precisa dessas materialidades para ser jogado, porém eu não estava falando de jogar RPG (em geral) e sim da frase que eu já lí em alguns livros de RPG, mas se deixei margem para essa interpretação, eu peço desculpas.

        Um abraço.

        • Davi Salles disse:

          Eu concordo em grande parte. Acho, no entanto, que o problema não é precisar ter, mas não ter, acho que internet é fundamental, tanto quanto luz elétrica e acho que quem não possui internet, luz elétrica, água, hospital está sim marginalizada.

          Não acredito que devemos encontrar substitutos para a internet, computador, tablets, celulares e etc, mas sim construir uma sociedade que ofereça isso a todos. Que ao fazê-lo acaba com o consumo pelo consumo e o importante deixa de ser o que você têm, mas o que consegue fazer com o que possui, onde a internet, o computador, o lápis e o pincel são ferramentas, o seu bem maior, o que lhe diferencia do outro, é o que tem de mais humano; Sua inteligência, criatividade e empatia.

          É claro que sou daqueles que prefere relação "face a face", não sugiro um substituto a isso, jamais. A tecnologia deve aproximar, e não distanciar as pessoas.

  20. Jean disse:

    O que houve com o Rolando 20? Sumiram? Desistiram? O que há com um dos melhores podcasts de RPG?

  21. Daniel Anand disse:

    Na verdade o Davi anda meio com preguiça de gravar, eu acho. 🙂

    Esse final de semana vou pro World RPG Fest e devo gravar algo por lá.

  22. Ivan disse:

    "O que houve com o Rolando 20? Sumiram? Desistiram? O que há com um dos melhores podcasts de RPG?" (concordo com o Jean), mas quanto ao podcast que acabo de ouvir, vcs discutiram demais, embora seja uma questão a se discutir, no entanto, jogar online sucks, o maior prazer que tenho em jogar RPG é encontrar com meus amigos, rolar os dados, em um momento apreensivo ver a cara de cada um…. realmente ninguém me faria largar o "RPG Live" sendo um jogo, como diz no livro do jogador 1, de interpretação, e a atuação no jogo dá vida aos personagens, RPG é bom demais…. Não percam a vontade de jogar ao vivo, é pra isso que foi feito…

    Hoje jogos online, como ragnarok e WoW, vem ganhando muito espaço, acabando matando mesas de RPG, defendo com o escudo de Moradin o old D&D, nao me refiro a versões anteriores, mas ao modo de jogar…

    Ivan

  23. Kalderash disse:

    Gostei muito do podcast, primeira vez que ouço e de início já vou engrossar o coro do "qual o nome do programa do ipad mesmo?". Sobre o futuro do D&D, minha opinião é bem pragmática, dependendo do quanto esse nicho se expandir teremos novidades mais tecnologicas, aja visto que pesquisa demanda $$$ e se o nicho não responde aos produtos o caldo entorna, não sei se abandonaremos o papel e lapiz tão cedo, só sei que tudo depende da resposta dos consumidores.

  24. André Ruz disse:

    Cara, alguém sabe o que aconteceu com aquela bosta de loja d3Store??
    eu comprei lá faz quase 2 semanas q o meu pagamento foi aprovado, e meu pedido ainda tá lá como "Processando". Já mandei inúmeros e-mails e eles nem respondem. Vou cancelar o pagamento no pag seguro amanhã mesmo.

  25. @zotyslin disse:

    Voltando agora a entrar no Rolando20…
    Nossa , muito melhor o Podcast desse jeito. Muito mais direto. Curti (:

  26. @zotyslin disse:

    Putw , A Voz do Anand tem uns agudos Tops x_x.';
    Quando eu escuto os podcasts no computador eu preciso ficar mexendo na cachinha de som toda vez que o Anand vai falar o/
    Voz Aguda do caramba …

  27. Eu também curtiria que o material dos cenários fossem mais detalhistas. Os livros de cenário do 4th me decepcionaram e muito, principalmente o de Eberron. Tivemos em nossa mesa q utilizar os livros de 3.5 q tínhamos, mas nem todo jogador (e principalmente os principiantes) fariam isso. Cards, miniaturas (estamos satisfeitos com as avulsas q temos em mão de outros jogos) nem me interesso, mas recursos virtuais acho válido, pois facilita o desenrolar das aventuras. Queria ter um tablet, mas enquanto isso vou improvisando minhas jogatinas com um notebook mesmo.

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