Podcast Rolando 20 – Episódio 76 – Guerreiros 5E

episodio-76Guerreiros estão de volta! Daniel Anand e Gustavo Sembiano voltam ao tema do nosso primeiro episódio, dos primórdios de 2008, e debulham o Guerreiro da 5a edição do Dungeons & Dragons. O que gostamos mais e menos, nossas opiniões sobre as habilidades, e as opções para essa classe. Também comentamos vários personagens guerreiros dos mundos de D&D.

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E rolem 20!

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro D&D 5E on-line via Fantasy Grounds. @dsaraujo
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33 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 76 – Guerreiros 5E

  1. Grande Daniel Anand! Bem-Vindo de volta e ainda mais Rolando20!!!

    Só com os casts de classe, já tem uns 4 meses de conteúdo hein? Tu vai fazer reviews das campanhas da D&D Adventurers League?

    Abraço!

    • Daniel Anand disse:

      Estamos postando os podcasts toda outra quinta feira, quinzenalmente. Casts de classe não são meus favoritos, mas os ouvintes gostam bastante, então vamos continuar com eles. Não temos planos de resenhar as campanhas como podcasts, mas eu quero fazer podcasts contando mais sobre as Facções do Adventurer’s League.

  2. RafaelDragonMaster disse:

    Nesse episódio você me decepcionou Anand, tem várias coisas erradas nesse episódio mas as mais erradas foram:

    – O Champion ser bom, metade na Internet no exterior odeia o Champion porque ele não faz nada e não ajuda em nada, o crit no 18~20 é bom mas não é bom o suficiente porque você depende da sorte.
    – Os Fighting Styles, por enquanto, são os mesmos para o Fighter, Ranger e Paladin tirando o fato de que o Paladin não ganha Two-Weapon Fighting e o Ranger não ganha o defensivo de usar o escudo.
    – Um Fighter de Dexterity é bom para Saving Throws é tão bom quanto um Fighter de Strenght, a diferença é que ele tem um pouco menos de AC e dano mas ele tem um melhor save de Dex, é melhor com ranged attacks e não é inútil na hora do stealth.
    – O Eldritch Knight seja o arqueiro, ou guerreiro é o mais poderoso dos Archetypes simplesmente porque ele consegue o spell Haste, com Haste ele consegue fazer 8 ataques no nível 20 e 12 ataques se ele usar o Action Surge, sem falar que para o arqueiro ele também consegue coisas como invisibilidade.
    – Intelligence não é muito requerimento para o Eldritch Knight se você se focar em spells de buffs tipo Haste, Mirror Image, Magic Weapon, Invisibility.
    – As maneuvers vem de um suplemento da 3.0/3.5 chamado Tome of Battle e se eu não me engano eles adicionaram uma maneuver de cura para ficar um pouco mais parecido com o Warlord da 4e.
    – O Duelist fighting style pode ser usado junto com um escudo, afinal, escudo não conta como arma.

    Algumas coisas que não teria como o Anand saber pois ele não tem o SCAG:
    – O Tiefling tem uma variação no SCAG que ele ganha +2 Dex e +1 Int.
    – O Purple Dragon requere que você tenha uma afiliação com Cormyr assim como o Bladesinger requere que você seja um Elf ou Half-Elf.
    – O SCAG trouxe alguns dos poderes do Swordmage da 4e como cantrips feitos especialmente para Eldritch Knighs e Blade Pact Warlocks.

    Provavelmente tem mais coisas que vocês erraram ou não lembraram, eu espero que vocês não errem no episódio do Sorcerer.

    Coisas postivas do episódio:
    – O Anand elogiou o Dragonborn.

    • Daniel Anand disse:

      A gente só fala bobagem para nossos melhores ouvintes poderem nos corrigir nos comentários, Rafael! 😀

      Eu acho o Champion ok, mas crit range é super bom na minha opinião. Grognard gringos que me perdoem. Também acho que muitas das críticas as mecânicas da 5E ainda usam o mindset da 4E, e não tem comparação: o balanceamento da mesa e das classes dependem muito mais do estilo do DM e da mesa na 5E, né?

      Magia é super munchkin (como deve ser), e Haste deixa um fighter turbo, mas qual a vantagem de mandar haste em si mesmo? Na minha opinião, essa é o trabalho do mago (ou bardo) do grupo. 🙂

      Muito obrigado pelos comentários e correções! Vou tentar me preparar mais para os próximos. Abração!

      • RafaelDragonMaster disse:

        O Mago não pode mandar Haste em todo mundo, e mandando Haste ele não vai poder concentrar em coisas mais importantes como Conjure Elemental, ou se o grupo está enfrentando um inimigo voador o Mago tem que fazer o grupo voar (se você não jogar com as raças mais robadas tipo a variante voadora do Tiefling que recebe 30 ft de flying speed ao invés de mandar aqueles spells inatos ou o Aarakocra).

        Continue falando bem do Dragonborn Anand! DRAGONBORN MASTER RACE!

        • Daniel Anand disse:

          Se o mago do meu grupo não está mandando Haste no meu guerreiro ele será mandado para o próximo paredão.

          Ah, e “variante” pra mim só acontece acompanhada da propina do DM (em geral na forma de livro de RPG).

          Longa vida aos Dragonborns. 😀

    • Adriano disse:

      Rafael, o haste só permite 1 weapon attack, ele n dá a attack action inteira pro fighter. O fighter no nivel 20 faz 8 ataques com 2 weapon fighting usando action surge e não 12:

      action: ataque1, ataque2, ataque3
      bonus action: ataque4
      haste: ataque5(one weapon attack)
      action surge: ataque6, ataque7. ataque8

      • Rafael P. P. disse:

        Ótimo, um motivo a menos para jogar de Fighter, ainda sim, o Eldritch Knight é o mais poderoso porque ele consegue acesso ao Mirror Image, que mesmo sendo um spell de segundo nível é muito poderoso e não precisa de concentração. Em uma batalha entre um Eldritch Knight e um Champion, o Eldritch Knight vai ganhar porque ele pode simplesmente lançar Greater Invisibility, fazendo com que ele tenha vantagem em todos os ataques e o oponente tenha desvantagem em todos os ataques contra ele, e se ele lançar Mirror Image junto ele vai reduzir a chance do Champion acertar ele para zero, aí é só mandar uns Power Attacks do Great Weapon Master com vantagem (Se feats forem permitidos) e você vai derrotar o Champion antes dos seus Spell Slots acabarem.

        • Adriano disse:

          ah sim, desse ponto de vista sim, mas rpg não é só sobre escolher o mais poderoso… Mas assim, eu pelo q vejo até agora, não acho q o desenho dessa edição seja pensado pra esses pvps. Diferente da 3e o nd de npcs n é o nível de classe que eles tem. É só dar uma checada nos npcs magos, cultistas, assassinos que podemos ver que eles são muito mais fortes e sua nd é feita pra enfrentar um grupo de 4 sujeitos, ou seja, não sei se é muito relevante pensar em poder dos pjs pensando em uma classe contra a outra e sim o que ela traz pra mesa em grupo contra os diferentes tipos de desafios q tem no d&d.

          meu comentário era só pela questão da regra mesmo

          No fim, o guerreiro está no coração do d&d e é difícil imaginar um grupo sem eles. Viva os guerreiros \0/

        • Daniel Anand disse:

          Não acho que faça muito sentido comparar o Eldritch Knight e o Champion colocando um contra o outro. Tem que coloca-los dentro de um grupo com mais um clérigo, ladrão e mago contra vários tipos diferentes de monstros (incluindo um Beholder!), e se um for sempre melhor que o outro, aí a coisa tá desbalanceada na minha opinião. 🙂

  3. Curti bastante o episódio. É sempre bom ouvir podcasts de qualidade sobre RPG em português, principalmente para quem precisou se afastar um pouco deste hobby tão empolgante e usa os podcasts para se manter minimamente atualizado como eu. Parabéns pelo bom trabalho de vocês.

    Apesar bastante do podcast, acredito que vocês poderiam melhorar um pouco em um ponto. Na minha humilde opinião, falta um pouco de comentários com a visão de Mestre nas conversas de vocês. Eu jogo como mestre de D&D a mais de 15 anos e me parece que vocês sentem muito mais empolgação como players do que como mestres. Nada de errado com isso, claro, mas acho que seria legal alguém com uma visão mais voltada para aqueles que se divertem mais no papel de mestres (meu caso) e que transmita a mesma empolgação que vocês transmitem quando falam como jogadores.

    Parabéns novamente pelo ótimo trabalho, espero que meu comentário ajude vocês a melhorarem ainda mais.

    Abraços

    • Daniel Anand disse:

      Oi Leandro, obrigado pelo comentário! Acho muito curioso você mencionar isso, porque tanto eu quando o Gustavo mestramos muito mais que jogamos D&D. Eu mesmo prefiro muito mais mestrar, e sou mais feliz sendo o DM.

      No entanto, acho que a pegada dos podcasts de classes é mais focada do lado do jogador mesmo. Você achou que esse aspecto aconteceu nos outros episódios também ou foi mais esse? O do tipo de jogadores, por exemplo, achei bem focado na perspectiva do mestre.

      Continue com o feedback!

      • Oi Anand.

        Depois da tua resposta eu prestei mais atenção em alguns outros episódios.

        Realmente foi uma impressão deste em específico, os outros são bem mais balanceados e bem pontuados com visões de mestre.

        Como o foco deste tipo de post realmente é para os jogadores, então não faz muito sentido mesmo o meu comentário. Eu devia ter pensado e contextualizado um pouco melhor antes de escrever, acho que foi porque fazia um bom tempo que não escutava o podcast. My bad.

        Abraços

  4. Arkaitus disse:

    Prezados, boa tarde!

    Gostei bastante do retorno do Rolando 20, o trabalho que vocês apresentam sempre foi de qualidade. Os podcast sempre tiveram uma pegada profissional o que agrada os ouvidos, claro que um ou outro apresentou problemas de áudio, saindo um pouco alto ou abafado, entretanto o que na vida é perfeito?

    É claro que não estou tirando o mérito conquistado. Mas afirmando o elogio, porque é perceptível a dedicação e vontade de melhorar.
    Quero que saibam que estão de parabéns e torço tanto pelo sucesso quanto continuidade do trabalho!

    Indo para o podcast atual, gostei das comparações entre as versões anteriores e a 5.0, entretanto nosso colega Leandro Flores de Moura, tocou num ponto importante sobre a visão do jogador e do mestre. É difícil não ter um prazer maior quando se joga do que quando se mestra, pois parece que tiramos um peso dos ombros e possuímos menores responsabilidades, vocês sentem isso também?

    Sobre o Dwarf que auxilia o Bilbo no filme do “O Hobbit” com os conselhos, acredito que seja o Balin.

    Agora conforme foi levantado a possibilidade de dar sugestões, (é aqui que mora o perigo hahaha!) gostaria de solicitar um podcast sobre o Druida. Ao longo dos anos escutei muitos podcasts, onde a figura do Druida é retratada como se fosse um clérigo da floresta e pela falta de experiência das pessoas com a classe ou não terem afinidade com o mesmo, se tem o entendimento de ser uma classe desvalorizada, fiquei até assustado em ver o Druida como classe básica no 5.0. Não possuo um conhecimento vasto como os senhores sobre o cenário Forgotten Realms, todavia há diversos tipos de Druidas em outros sistemas e jogos que podem agregar na construção na interpretação da classe:

    • Diablo 2
    • World of Warcraft
    • Dungeons World
    • 13 the age
    • Tormenta
    • Pathfinder

    Entendo que o foco seja do cenário e da mecânica do D&D, todavia quis contribuir um pouco, afinal é a minha classe favorita e acredito no potencial de vocês em transmitir as qualidades, mecânicas e o potencial, visto que a classe é rica em histórias e possibilidades.

    Abraços!

    • Daniel Anand disse:

      Oi Arkaitus, obrigado pelo comentário,

      Ainda estamos nos arrumando para ter um calendário de gravação, então ainda tem dia que gravamos meio improvisados (já gravei do trabalho, o Sembiano já gravou do celular na casa da sogra), e isso afeta o som. Mas nossa edição está sendo feita pelos Os Editores, e se vocês tiverem qualquer feedback sobre a edição, eu encaminho pra eles.

      Balin! Isso!

      Druidas realmente podem ter muitos formatos diferentes. A gente até comentou sobre isso no podcast dos Druidas da 4e no episódio nove (http://www.rolando20.com.br/episodio-9/), que até Merlin, o mago, já foi interpretado como um druida.

      Na minha cabeça, druida me lembra sempre o Panoramix (ou Getafix em inglês), da série de quadrinhos Asterix.

      • Arkaitus disse:

        Boa noite!

        Claro eu entendo perfeitamente, as edições são necessárias para se ter um formato padrão, mas espero que tenha entendi que não foi uma critica negativa e sim um reconhecimento pelo ótimo trabalho!

        Quanto ao podcast que você acabou de mencionar, eu já havia ouvido ele, o que me deixou um pouco decepcionado é o fato de ser um mix de classes que foram adcionados, tendo como um adendo do Druida, não algo “dedicado” como os outros podcast que você esgota o conteúdo.

        O Panoramix é um clássico! Retrata bem a parte herborista combinado com alquimia, o que de fato se torna natural para o druida que possui conhecimento das ervas e animais das mais diversas áreas. Se eu fosse classificar o druida, particularmente tenho dois modelos que gosto muito que é o Malfurion Tempesfuria ( ou inglês Malfurion Stormrage) sua história e modelo é sensacional demonstrando bem as preocupações e habilidades de um druida “Circulo da Terra no 5.0”, já o segundo seria o Lone Druid do moba Dota 2, mostrando mais um papel de “druida predador ou do circulo da lua” que no caso além de se transforma em Werebear tem um Urso Espiritual.

        Havia esquecido anteriormente, de falar que no Neverwinter Nights havia a classe de Druida para escolher, no qual havia a possibilidade de até se transforma em Dragão, o que de fato em uma mesa de jogo seria algo bem apelão hahahaha!

        Obvio que não quero ser chato e sim uma troca de informações saudável! Estarei aguardando ansiosamente os podcasts!

        Abraços!

  5. Paulo nunes disse:

    Sugiro tambem fazer resenhas sobre os modulos de campanha lançados ate o momento

  6. Ô classe velha de guerra! Hehe. Fighter/Guerreiro é a minha classe favorita desde a 3.X (mesmo com os problemas “sistêmicos” de equilíbrio mecânico relacionados à ela — mais disso abaixo).

    Concordo com alguns dos pontos levantados pelo RafaelDragonMaster e adiciono outros (Battle Master está longe de ser fraco: Precision Attack ajuda muito, principalmente se tiver os feats Great Weapon Master ou Sharpshooter). Mas o que gostaria de comentar mesmo é sobre o Archery fighting style.

    O episódio passou a impressão de que o Archery fighting style é superior aos outros por conceder como benefício +2 nas jogadas de ataque à distância. É um bônus significativo sim, mas isso se dá em razão das regras de “Cover”/Cobertura (Basic Rules, p. 74). Lembrem-se que um alvo com half-cover ganha +2 de AC. E o que garante half-cover ao alvo? Obstáculos como um muro baixo, um tronco de árvore ou uma criatura (inimiga ou amiga). Ou seja, o +2 do Archery fighting style existe para que o jogador não seja penalizado por conta de seus companheiros/aliados estarem em combate corpo-a-corpo com o alvo. Lógico, quando se inclui o feat Sharpshooter (cujos ótimos benefícios são ignorar half-cover e three-quarters cover, além do “power attack” à distância) esse +2 fica muito desbalanceado. Mas na premsisa do jogo, ele tem lógica.

    Sobre o Guerreiro em si: tenho um projeto de refazer a classe por conta dos vários problemas comentados (um deles, inclusive, é a questão da habilidade final ser meio “meh”, Anand). Se quiserem dar uma olhada, fica o convite (está em inglês):

    https://goo.gl/7j8WJG.

    Também comento sobre na Spell: http://spellrpg.com.br/home/index.php?topic=2187.0

    Abraços!

  7. Youkai X disse:

    Saudades do podcast rolando 20! Acabei enferrujado de rpg, especialmente D&d e acompanhei por alto alguns dos livros da quinta edição e até joguei algumas sessões com uma clériga meio elfa, mas terminaram muito cedo.

    Espero acompanhar os podcasts novamente e conseguir jogar/narrar algo de D&D (já joguei esse ano uma mesa de Star Wars saga e a mesa foi muito boa mas eu joguei muito mal a mesa todaXD) e um pouco do nWoD com humanos.

  8. Que saudade desses casts!

  9. Luiz Carlos Junior disse:

    Num determinando ponto, Gustavo Sembiano fala sobre o bônus de proficiência (base de ataque) ser igual para todas as classes… E acho que esta foi uma das decisões mais acertadas na 5ed.

    Vou tentar explicar sem enrolar muito… Em edições anteriores, a progressão do bônus variava de classe para classe. O que dificultava muito, por exemplo, para magos que precisavam tocar o oponente (contra sua vontade numa jogada de ataque) para executar magias.

    Agora, botando lado a lado um Guerreiro e um Mago… o Guerreiro, tem como atributo principal a Força, que garante bônus regularmente no acerto e no dano. O Mago vai privilegiar Inteligência para tirar o máximo das suas magias. As duas classes vão continuar tendo suas diferenças sem você mexer na matemática da coisa… Você pode criar um Mago com força excepcional? Pode! … Mas ele não vai estar cumprindo bem sua função!

    O que vocês acham?

    • sembiano disse:

      Minha opinião é que as funções não estão tão escritas na pedra como em outras edições, assim jogue com o que você gosta e que tenha sentido na história.

    • Daniel Anand disse:

      Se você usa os atributos padrão, distribuíndo os números, não acho que isso vai ser um problema, porque a diferença vai ser de um +1, no máximo +2. Acho que o problema acontece com os DMs que usam rolada de 4d6 tirando o menor, porque isso pode gerar atributos absurdamente quebrados (tipo 18, 17, 17, 15, 11, 10), por exemplo.

  10. Renato de Recife disse:

    Salve senhores,

    Muito bom ver (ou ouvir, no caso) o Rolando20 voltando à ativa.

    Sobre os guerreiros dos mundos de D&D, vocês esqueceram da mulher mais badass de Dragonlance, a Kitiara Uth Matar, meia-irmã do Raistlin e do Karamon e quase uma mistura dos dois, sendo uma guerreira fodona como o Karamon e uma vilã ardilosa como o Raistlin.

    Engraçado que apesar do arquétipo da Amazona, é raro ver autores criarem grandes guerreiras, as personagens femininas na literatura acabam ficando restritas aos outros papeis. Em outras mídias é mais fácil encontrar mulheres dando porrada, mas na literatura de fantasia e nos cenários de RPG de mesa parece que os autores têm um bloqueio com isso.

    No aguardo dos episódios das outras classes.

    Pergunta: vocês pretendem fazer episódios sobre os diferentes mundos de D&D? E que tal episódios sobre mundos de fantasia que poderiam ser usados/adaptados para o RPG?

    Abraços

    • sembiano disse:

      Eu espero que sim, particularmente meu cenário preferido é Dragonlance. Quanto aos cenários adaptados, não é muito a minha pegada, mas o Daniel é craque…..quem sabe….

    • Daniel Anand disse:

      Grande Renato, bem vindo de volta. De fato, faltou a Kitiara na nossa lista. Em relação à outros mundos de fantasia, é uma boa idéia. Geralmente isso requer alguém que manje bastante dos cenários, seja Shannara, Crônicas de Gelo e Fogo, Earthdawn, o que seja. Os que eu manjo (tipo Ptolus), ou o Davi (Terra-Média) já falamos!

  11. Fala Daniel!
    Aqui é o Rafael do RPG Next que também traz podcasts de RPG com uma aventura em formato áudio-drama-comédia do D&D 5e, beleza?

    Então, para ajudar aqui com as combinações de Raça para a classe Guerreiro, vou pegar a classe mais fraca (segundo sua opinião, e claro, segundo os números da matemática do sistema): o Tiefling.

    – Apesar de não ser um grande apelo, o bônus de Carisma ajuda na perícia de classe Intimidação.
    – No nível 4 ele poderia abrir mão do aumento de seus atributos e pegar o Talento (feat) “Inspiring Leader” que precisa de Carisma 13+ e tona-o capaz de conceder HP temporário aos seus aliados.
    – Além dessas opções, para todos os efeitos o Tiefling é considerado um personagem que faz magias, e por tanto pode se beneficiar também do talento “War Caster” que o permitiria executar suas magias de raça de forma mais efetiva sem deixar de portar suas armas e escudo.
    – Por fim, além de enxergar no escuro, possui resistência a dano de fogo!

    Quem não temeria um guerreiro de aparência demoníaca, com bônus em intimidação, capaz de alterar a cor de seus olhos com o cantrip de Taumaturgia (magia de nível zero), e ainda sofrer bem menos com o dano causado pelo fogo???

    Me parece bem legal jogar com um Guerreiro Tiefling mesmo para quem gosta mais de números hehehe.

    Abs e continue com o ótimo trabalho dos podcasts, e seja bem vindo de volta à podosfera! 🙂

  12. Gostei do podcast, bastante informação

    Sugestões:

    * Para os amigos da parte mecânica, uma maior gama de builds para cada path da classe, melhores raças, talentos que valem a pena e para desespero do Sembiano multiclasse.
    Teve no cast, mas achei pouco 🙂

    * Para os amigos da parte descritiva, cabe umas ideias de backgrounds legais para guerreiro e umas combinações inusitadas.

    • sembiano disse:

      Fala meu velho, quanto tempo! Bom, já jogamos juntos nos bons e velhos tempos da 3.0/3.5 e sabe que sou um cara que odeio multiclasse desde o AD&D 2nd…..ainda bem que a 5e. traz nos arquétipos opções mais simplificadas para você jogar nesta pegada.

  13. Rapaz achei muito bacana o cast… fazia tempo que tinha acompanhado o trabalho de vocês… muito bom ver vcs de volta a ativa…espero que vcs façam mais episódios de classe e espero o episódio do ranger…

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