Podcast Rolando 20 – Episódio 82 – Clérigos 5E

Clérigos para o D&D na quinta edição! Daniel Anand, Davi Salles e Gustavo Sembiano falam sobre a história dessa classe, desde suas origens nas cruzadas até as encarnações de curandeiro. Escolha sua divindade e embarque com a gente.

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E rolem 20!

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro 13th Age. @dsaraujo no twitter
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9 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 82 – Clérigos 5E

  1. Com o Unearthed Arcana rolando aí, em breve teremos a parte 2 de cada uma das 13 classes.

  2. Só um adendo a discussão:
    – Clérigo usava armadura pesada em D&D, AD&D e D&D3; cota em D&D4. Pior que em D&D5 muitos domínios dão armadura pesada como proficiência então tecnicamente ele é pesadão. Em D&D4 e D&D5 o clérigo perdeu o escudo, o que torna o anão do escudo o clérigo mais apelão! 🙂
    – Medicina é bom pra fazer um CSI também. Mas o principal é estabilizar ferimento.
    – Eu particularmente passo Religião para SAB como regra-da-casa. Afinal, é meio idiota o Mago saber mais de Religião do que o Clérigo;
    – Para menção honrosa faltou Fzol Cembyl. O sumo-sacerdote banita.

    Aguardando ansiosamente pelos próximos casts!
    Rolem20!

  3. Felipe Werlang disse:

    Estava esperando por um podcast sobre clérigos 😀

  4. Márcio Loureiro disse:

    Ótimo Podcast galera (como sempre)! A menção ao Crenças e Panteões do Sembiano é realmente uma mão na roda pra quem quer jogar de clérigo, paladino e para os mestres que se amarram em aventuras nessa pegada.

    E fica aqui um complemento em relação ao comentário do Davi a respeito da “personalidade monocromática” do clérigo e seu fanatismo temático. O interessante é subverter esse conceito! Meu ultimo clérigo foi um Meio-orc Guerreiro 5/Clérigo 5 que odiava seu deus.

    Um neto de Obould Manny-Arrows que teve seu assentamento invadida por cruzados de Kossuth, The Firelord. A prática daqueles cruzados era a seguinte: os impuros eram amarrados a troncos e queimados. Aqueles cujo fogo tocasse, mas não queimasse seria puro de espírito e digno da tutela de sua ordem. É claro que isso nunca aconteceu até que meu personagem fosse posto a prova. Quando a chama o tocou e ele manteve-se não-queimado, sua única chance de sobreviver foi aceitar o chamado do deus que dizimou seus companheiros e familiares.

  5. Hebert Magno disse:

    Bom dia equipe do Rolando 20,

    Muito legal o podcast. Senti falta de falar dos clérigos do Pathfinder e seu Channel Energy que ajuda com a questão dos clérigos de curar e do turn undead. Também podiam ter falado da clériga icônica Kyra, que não é eurocentrica e ainda é homossexual.
    Sobre os clérigos clássicos faltaram:
    O kingpriest de dragonlance, um clérigo que ficou tão poderoso que começou a exigir coisas dos deuses.
    Forgotten tem pelo menos o Adon, clérigo do grupo de Cyric, Midnight, e Kelevmor.
    Greyhawk tem um clérigo famoso, Lareth the beautiful, no templo da maldade elemental.
    Ravenloft tem os anacoretas que mudavam um pouco o modus operandi dos clérigos.
    Plabnescape possuía clérigos ateus na facção dos Athar, e o líder era um clérigo poderoso.

    • Daniel Anand disse:

      Esses aspectos de Pathfinder parecem legais, mas ninguém manja de Pathfinder aqui no nosso time. A gente deveria fazer um episódio sobre PF!

      Fiquei curioso também sobre esses clérigos de Ravenloft, pode falar mais sobre eles?

  6. Leandro Flores disse:

    Excelente episódio! Clérigo sempre foi minha classe favorita como jogador, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade de jogar na quinta edição.

    Abraços e parabéns pelo bom trabalho, como sempre.

  7. Concordo com o Anand, clérigo pra mim é Full Plate!

    Nunca gostei muito da ideia dos domínios. Um clérigo de Mystra ou de Mieliki, sempre me pareceu um personagem meio incompleto. Se o cara acredita no deus da magia, que ele seja um mago. Dos ladinos, o cara tem que ser um ladrão. E por aí vai. Acho que a alternativa que faz sentido para mim é o Druida, uma variação possível para o clérigo.

  8. Jack Braxter disse:

    Muito bom o podcast !

    Sobre a customização do Clérigo concordo com vocês, sempre achei os Clérigos
    sem grandes diferenças relevantes entre eles ( apesar da mecânica dos Domínios ).
    Na minha opinião um Clérigo da Guerra possuir o mesmo HP que um
    Clérigo do Conhecimento ou mesma perícia em combate me parece algo ” estranho “.

    Por isso fiquei muitíssimo interessado quando vcs começaram a citar alguns
    livros que podiam ajudar a customizar o Clérigo. Quais os melhores livros vcs recomendam ?

    Citaram Faiths and Avatar do AD&D, Crenças e Pantões da 3e,
    mas quando vcs falaram de Warhammer e Dragonlance,
    não chegaram a citar os nome específico dos livros (ou então não lembro kkk ).
    Davi disse (acho) que os Clérigos de Warhammer eram bem extremados ?

    Acho que já escrevi bastante por aqui rs, última pergunta então !
    Quando pretendem fazer um episódio sobre o Warlock ?

    Muito obrigado, forte abraço !

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