Podcast Rolando 20 – Episódio 89 – Polêmicas

Essa semana todo o time (Daniel Anand, Gustavo Sembiano & Davi Salles) resolveram lavar a roupa suja e falar sobre assuntos polêmicos. Questões como: “O RPG está morrendo? Boardgames > RPG? RPG Online é o futuro? Pagar pra jogar RPG?” Episódio editado pelo Daniel Figueroa e gravado ao vivo via YouTube Live (abertura aos 15m).

Não falamos da mais recente polêmica sobre a tradução do D&D, que fica para um próximo episódio, porque gravamos duas semanas atrás.

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Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro D&D 5E on-line via Fantasy Grounds. @dsaraujo
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6 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 89 – Polêmicas

  1. Episódio bem maneiro! Com certeza, cabe uma sequência aí.

    Sobre uma das polêmicas, quando discuti sobre “pagar para jogar RPG” da última vez (tem posts na Spell e no blog da Graci[lariopsis] — pena não poder linkar aqui de maneira mais “prática”, mas Google está aí para isso), uma questão que ficou no ar é: como fazer em relação à propriedade intelectual da terceira parte envolvida, isto é, o sistema de RPG em si?

    Imaginem o caso: alguns jogadores novatos querem tanto uma sessão de DnD 5e que estariam dispostos a pagar um DM pela experiência. Eles encontram uma pessoa disposta a oferecer serviço e as partes se acertam (inclusive financeiramente). Qual a parte da WotC nesse negócio, mesmo que os livros sejam do DM? Aliás, ela deve receber uma parte? A questão da IP aí não fica muito clara (pelo menos pra mim, leigo no campo jurídico da coisa).

    Sobre o episódio 100: minha sugestão pro episódio seria vocês relatarem eventos memoráveis das sessões de RPG de vocês, por exemplo, aquele crítico salvador, a falha “crítica” mais bizonha, um personagem querido, um NPC-inimigo odiado (e por quê disso). Talvez trazer mais gente (da RPGsfera e quem sabe leitores/patronos), mesmo que em inserções rápidas para falar.

    Abraços!

  2. #MAMILOS

    Devido as falhas no site, só consegui ouvir esse depois do cast sobre o #DnDGateBR.

    Muito bom o tema, e ainda tem muito pano-pra-manga.

    Mas se for pra um podcast 100, sugiro falar sobre D&D 4ª edição!!!
    Porque se for pra ser treta, tem que ser uma treta boa!!! 😀

  3. Yuri disse:

    Po, achei que iam falar da treta do DD5, rs rs.

    Só uma opiniao: A editora do DD tem se adaptado nas mídias disponíveis, portanto, DD pode não ser mais “sinonimo” de rpg de mesa, mas é sinonimo de um universo de rpgs que se espalha por várias mídias e em diferentes contextos. Mais ou menos o que fez a google e a microsoft com seus android e windows, respectivamente.

    Mas acredito que um outro tipo de adaptação poderia reavivar, nao somente o cenário de rpgs, como de jogos de tabuleiros, e, na verdade, inaugurar um novo mercado:
    Digamos que uma empresa megafoda, ou um projetista inovador criem um tipo de “tablet-gigante”, que possa ser colocado em uma mesa, onde podem jogar várias pessoas, os jogos carregados na memória do aparelho. Pode se abrir na tela cenários bem elaborados, controlar os avatares/tokens, ou mesmo interagir com fichas e outros elementos de jogo. Calculos e possibilidade seriam demonstrada instantaneamente.

    Este tipo de aparelho poderia ser ótimo, nao somente para tornar os RPGs bastante comodos e muito bonitos, usando os recursos modernos, como também permitem que as partidas sejam jogadas mais agilmente, usando os recursos digitais, ou a longa distancia…

    E outros jogos d tabuleiro, como os war, boardgames, monopoly, acredito que uma infinidade de jogos bastante sociáveis, tanto para jogatinas “presenciais” quanto para jogos online, tornaria estes aparelhos muito apreciados pelos fãs de jogos de tabuleiro, e mesmo, expandiria esse público, para incluir jogadores casuais, se levarmos em conta como são tradicionais os jogos sociais.

    Eu tinha esperança que a Nintendo trouxesse algo do tipo, inaugurando este “mercado” que ainda não existe… mas ela trouxe o switch, que me parece uma fusão de wiiu com 3ds.

    Que vcs acham? Nao seria uma boa forma de rescussitar o RPG? Um tema desses poderia ser o tema do podcast 100! Pelo menos, lançar a idéia!

    Tenho o Arcana Quest instalado no meu celular, mas, sinceramente, passou longe de ser um tabuleiro de verdade, e de permitir que meus amigos se reunissem pra jogar 🙁

  4. Yuri disse:

    Ah, sim… a Lenovo já fez algo parecido:
    http://shop.lenovo.com/us/en/desktops/lenovo/horizon-series/

    Mas nao há o ecossistema de softwares de entretenimento acessíveis (jogos, cenários, inovações). Teria de ser algo acessível e de fácil programação de jogos e aplicativos, para que se popularizasse de fato! Teria de ser mesmo um console barato e “indie”, que apelasse ao undrground, ou um console bancado por uma gigante interessada em criar um novo mercado.

    Sei q sou meio megalomaníaco de especular sobre algo que nem existe, mas sonhar não custa!

  5. Leandro Flores de Moura disse:

    Ótimo episódio e certamente um tema que tem pano para uma sequência.

    Sugestão de um RPG 100: Uma aventura gravada, estilo os podcasts de RPG do nerdcast por exemplo. Certamente seria algo especial e divertido para àqueles que acompanham o blog e uma boa maneira de comemorar essa importante marca.

    Abraços!

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