27 comentários até agora
Parabéns ao Daniel e Davi.
O lado principesco dos contos sempre esteve presente (especialmente para nós, que crescemos com os filmes da Disney); e o post caiu bem a calhar (estou lendo A Viagem do Peregrino da Alvorada, das Crônicas de Nárnia). ^^
Um detalhe que humaniza mais os príncipes, extendendo um pouco o tema, seria uma pitada de personalidade que os deixe mais interessante. Alusair, de Cormyr, é uma bissexual com uma 'vida ativa' de dar inveja ao pai (que já era um tremendo de um garanhão). ![]()
E para quem quiser mais detalhes sobre campanhas na corte, e ascenção ao poder, recomendo o suplemento Power of Faerûn (3.5) – um dos melhores, no meu ponto de vista.
Muito legal, mas você esqueceu uma das melhores referências modernas de contos de fadas e perfeito para introduzir elementos cômicos na campanha: Shrek xD
Imagina: os heróis são contratados por um príncipe para irem até um pântano e resgatar sua esposa prometida que foi sequestrada por um terrível ogro, chegando lá descobrem que as coisas não são exatamente como o príncipe lhes disse.
Yuri, continuo com problema pra comentar no teu blog, vi agora que minhas 2 tentativas de comentar lá foram publicadas como anônimo :S de qualquer forma parabéns também.
Essa Iniciativa 4E de hoje tá muito legal, estou aguardando ansioso pelos demais posts.
Renato, vamos dar uma fuçada no código e ver o que está acontecendo. Assim que corrigir, te dou um aviso. Obrigado pelo toque.
Pois é, uma princesa no estilo Fionna do Shrek (ou seja, feia como uma ogra), é a Lady Ragnell, que se torna esposa do Sir Gawaine.
Para salvar a vida do Rei Arthur, Gawaine precisa descobrir um enigma: "o que as mulheres mais desejam". Eles descobrem que Lady Ragnell conhece a resposta, mas só revelaria caso um dos nobres cavaleiros de Arthur aceitasse se casar com ela. Gawaine, leal ao extremo diz que faria qualquer coisa para salvar seu rei, até mesmo casar com uma ogra.
Antes de se casarem, Ragnell dá uma escolha a Gawaine: ela pode ser bela apenas durante e o dia para que ele possa exibi-la para toda a corte, ou pode ser bela a noite para que somente ele aprecia-se sua beleza. Gawaine diz que não poderia tomar esta decisão, que só caberia a ela escolher.
Ao fazer isso, ele desvenda o enigma: o que toda mulher mais deseja é tomar as próprias decisões por si. Com isso, a maldição que a deixava monstruosa se desfaz e Sir Gawaine entra pro rol dos homens sérios.
Em tempos de "cenários sujos e pé no chão", chega a ser estranho ver a proposta de algo mais afinado com as clássicas histórias dos contos de fada, que sem dúvida influenciaram e serviram de base para muitos dos criadores famosos da história do nosso hobby ingressarem neste terreno tão instigante. Duro vai ser tentar convencer jogadores já acostumados com as campanhas mais "sérias" de querer experimentar um "jogo para crianças", talvez guardando lembranças que remetem estes mesmos clássicos a Disney, que é por definição associado à imagem de crianças ingênuas e facilmente manipuláveis.
Gostei da abordagem do Rolando 20 e da "espada dos príncipes". Hehe, mas me amarrei mesmo foi no desenho do Príncipe Valente. Fiquei muito fã dele depois daquele desenho que passava na Globo (que aliás, tinho um cabelo bem mais style).
E comentando Dragonlance, meus jogos se passavam logo antes da guerra da lança, e o príncipe dos elfos Gilthanas era um NPC recorrente. O interessante é que por ser o segundo filho, não tinha toda aquela resposabilidade de herdeiro, podendo agir com aventureiros. Então a presença dele era sempre uma ponte com o plot ou uma forma dos PCs interagirem com a política dos elfos. Era um aliado e "plot agregador" perfeito.
Pronto, creio eu que agora está solucionado o problema dos comentários. Se você (ou algum leitor daqui) puder ir lá no Dado Mestre, e fazer um comentário, apenas para testarmos se o bug foi corrigido, ficaria grato. ^^
Excelente o tema desta semana e excelente o post!
E para quem gosta de contos de fada, mas quer uma abordagem mais séria e menos infantil que a da Disney, eu recomendo a HQ Fables/Fábulas da Vertigo… Uma das melhores HQs que já li.
Realmente Fábulas é muito bom, inclusive o post do Tomo 4E (Iarlaise) dá pra colocar um pouco de Fábulas no D&D 4ed.
Contos de fadas originalmente não tinham como publico alvo apenas crianças, Charles Perreault por exemplo escrevia seus contos para a corte francesa, e os temas abordados não são nadas infantis , (infanticidio, matricidio, incestos, canaibalismo etc ), tanto que os irmãos Grimm ao copilarem os contos dos camponeses alemães suavisaram muita coisa. Para quem deseja ver como os contos de fadas estão proximos dos contos de terror (Hitchcock falou isso numa entrevista) indico além da série Fables da Vertigo (onde os personagens dos contos de fadas vivem em exilio em NY) e o conto Neve, Vidro e Maças do Neil Gaiman (esta no livro Fumaça e Espelhos).
Uma dica é tb assistir o filme frances A Bela e Fera de Jean Cocteau, para ver o quanto sombrio um conto de fada pode ser, e de quebra fica sabendo da onde os profissionais da Disney se inspiraram para a versão em desenhos.
Bolei agora de saber que a Alusair, a famosa Regente de Aço era uma bi ativa!
Sério isso? hehehehehehe
Sempre fui um agrnde fã de colocar a nobreza em minhas aventuras e mais ainda, trabalhar com PJs da realeza/ nobreza.
No GURPS inclusive isso era muito bem trabalhado com compra de vantagens como Riqueza e Status. E com o advento dos sistemas de combate em massa (guerras, pombas!) era legal ver um PC comandando e administrando um exército cada vez maior, 500, 1000, 2000 soldados diferentes e os liderando em batalha!
Sinto muita, mas muita falta de um bom sistema de combate em massa atual, que inclusive retrate e detalhe a atuação dos PJs, de forma que lhes traga RISCO, REPUTAÇÃO e até mesmo a morte ou a fama eterna em uma grande batalha.
Aham. O assunto é comentado na trilogia de novels de Cormyr, extremamente divertido de se ler em um artigo da WoTC onde um sujeito a "entrevista" (não lembro se era um arcano de guerra ou um sábio, e amplamente debatido no Candlekeep Forum, onde o Ed Greenwood deu um baita insight sobre a personalidade dela.
Onor, uma coisa precisa ser dita: RPG e combate em massa NÃO DEVERIAM se misturar! O caso é o seguinte, se você quer jogar uma campanha em que haverá o emprego usual de combates entre exércitos, acho melhor você se utilizar de regras de war games tais como Warhammer (particularmente meu favorito) ou talvez de Battletech! Deixe a parte de interpretação/interação a cargo do sistema de RPG de sua preferência! Ou então tente arrumar uma cópia de "Heroes of Battle", provavelmente um dos melhores suplementos jamais escritos para D&D que esmiuça em riqueza de detalhes como um grupo de heróis deveria agir em meio a um combate em larga escala e como suas ações influenciam os rumos do conflito em grandes lutas envolvendo inúmeras unidades!
Bem lembrado Elda! Fábulas dá muitas ideias para serem usadas numa aventura, ou até mesmo ambientar uma campanha.
Yup
Vou compilar as referências e postar no Dado Mestre. ^^
Olhem lá semana que vem.
Pôxa, Severo, sinto discordar. Acho que RPG pode e deve simular com certa flexibilidade e liberdade toda e qualquer situação real ou imaginária.
Um dos grandes prazeres do meu extenso passado com o GURPS foi de justamente ele ser genérico por excelência. Pode portanto não agradar a gregos e a troianos, mas é um sistema que em tese, e em prática mesmo, pode colocar justos um caubói, um elfo mestre-arqueiro, um T-800, um super-velocista mutante e um coelho primeiro combatendo entre si, depois se unindo e tendo que viajar no tempo para impedir um super-computador feito de cristais alienígenas de esterilizar o planeta, para então se depararem com uma batalha de exércitos de humanos do Séc 25 contra legiões de demônios infernais e por fim partirem para uma grande guerra entre cruzadores estelares!
Ufa!
E até imagino que roleplaying de fantasia nunca se distanciará muito de combates em massa. Heróis podem vir a se tornarem líderes de seus povos. E simplesmente o DM administrar isso sozinho além do grande peso e responsabilidade, pode ser enfadonho aos jogadores.
Como experiência pessoal, vi um grupo de aproximadamente 8 jogadores, hoje pais de família, se deleitarem por anos cada vez que seus personagens entrariam em grandes contendas entre exércitos. Decidir não só nos dados, mas justamente onde cada um ficaria, os riscos, a REPUTAÇÃO e aincerteza se o seu lado ganharia ou se bateria em retirada era digno até de colocar trilha sonora para ajudar na emoção, hehehehe (recomendo para tanto as OST de: BraveHeart, Lancelot e O Retorno do Rei).
Vou dar uma olhada nesse Heroes of Battle. Tenho a impressão de ter passado os olhos nele alguns anos tras´, mas não estou bem certo. ;-)
Vou verificar tbm as regras desses 2 sistemas, para dar meu aval tbm e opinar sobre eles. Beleza!
Abração!
Olha, pode parecer estranho, mas recomento o Clone Wars Campaing Guide de Star Wars se você estiver interessado em mestrar campanhas com batalhas. Apesar de diferentes, acho que os sistemas são próximos o bastante para fazer uma adaptação fácil.
Além de regras de combate e movimentação e posicionamento de tropas, o livro trás dicas de como tornar essas cenas empolgantes dentro de uma aventura. Outra coisa legal é que ele dá orientações de como diferentes tipos de poderes podem ser usados ou não num combate de massa.
Bom, é verdade que clássicos como "Senhor dos Anéis" e "Crônicas de Nárnia" dão grande destaque ao combate de exércitos. Mas particularmente não gosto de misturar o ritmo de minhas aventuras de D&D com o ritmo de guerra em grande escala. Isso não quer dizer, em absoluto, que não existam pessoas que apreciem e até prefiram esse tipo de abordagem. Eu mesmo sou um grande entusiasta dos war games, porém gosto deles da forma como são, em seu próprio universo fechado, e não de misturar as consequências deste tipo de conflito em uma mesa com aventureiros de classes e habilidades distintas.
Mas procure mesmo pelo "Heroes of Battle". Creio que irá ajudar e muito sua experiência em combate em massa envolvendo grupos de heróis.
P.S.: Acho que me confundi, mas tive a impressão de que o nome do suplemento na verdade é "Tome of Battle". Na dúvida, procure por esses dois títulos!
Uma coisa que tenho feito na 4ª edição é utilizar um desafio de perícia para simular a participação dos PJs em um combate em massa. Crio alguns encontros importantes relativos à batalha (como uma luta contra o comandante inimigo ou a defesa de algum ponto estratégico) e faço com que eles participem do desafio para determinar como eles atuaram em termos gerais e qual a consequência das ações do grupo na batalha.
Pois é, estou com a lista de links salva, mas estou bem enrolado como viram pela semana. Aguardem novidades na semana que vem!
Muito bom! Amei tanto que tive que arranjar um tempor para comentar.
Contos de Fada são, sem a menor dúvida, minha maior inspiração para RPGs medievais, além de serem uma coisa que eu amo muito mesmo.
Acho que vc escolheu um elemento ótimo, já que há poucos contos de fadas que não tenham um principe, uma princesa ou pelo menos um rei.
Mas acho que uma coisa é legal de lembrar, para ter um jogo com o tema contos de fadas: a magia! Mais do que bruxas, fadas, principes, sapos, etc os contos de fada tem como principal protagonista o encantado, o magico, o desconhecido. Então, independente do que aconteça o legal é ter sempre isso em mente e envolver toda a campanha nesse clima porque ai não tem erro, você vai sempre estar beirando os contos de fadas.
Uma sugestão legal para quem gosta do tema é ler (além dos contos de fadas, recomendo especialmente os irmaos grimm e os livros dos contos de fadas coloridos) um livro do Tolkien chamado "Sobre histórias de fadas", é mto bom!
Abraços,
Muito Interessante! Ira para o meu arquivo!!!
E só para constar, acho que vou vir mais aqui, antes não achava a 4ed interessante, mas lendo(vou jogar só depois) a Fortaleza do Pendor das Sombras achei bem interessante(li o guia rapido).
Bem tinha ouvido o podcas até o do 10, agora é ouvir o resto(bom que não são muitos, e ruim porque poderia ter mais(?!?!)) e ouvir de novo alguns…
Bem só isso! Até, quem sabe me torno mesmo um mestre de 4ed( e se meu grupo deixar de Mutantes e Malfeitores também!).
Abraços, e o artigo foi diferenciado, criativo, vou usar!


Os príncipes e princesas do seu mundo de campanha podem exibir excelentes ganchos para muitas situações engraçadas, dramáticas e interessantes, principalmente se ele tiver que acompanhar o grupo dos PCs por algum tempo. Se o grupo for parecido com o da minha campanha
Outra opção para campanhas é quando algum dos PC (ou mesmo todos!) se torna um príncipe ou uma princesa. O tio de um amigo meu já dizia: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Ou seja, se seu personagem agora é um príncipe ou princesa, você tem muitas vantagens, mas também problemas. E como usar isso para melhor a história?
Essa espada é utilizada pela realeza, especialmente por nobres inseguros. De extrema beleza em sua confecção, ela tem o poder de fazer os vassalos se ajoelharem na presença do nobre.


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