Uma das coisas que eu mais gosto do novo gerador de personagens de D&D para a 4a edição é que eu posso parar de olhar os campos com números em branco, e ficar mais tempo olhando aquela caixinha “História do personagem” por mais tempo. Eu sou da escola em que um personagem de D&D não precisa de uma história imensa; afinal ele pode morrer na primeira sessão de jogo. Sua experiência pode ser diferente, claro.
O mínimo de história é importante para diferenciar seu personagm do anterior. Na minha opinião, um personagem de 1º nível de D&D sempre deveria ter as seguintes informações definidas e escritas na ficha:
- O conceito do personagem. Que seu PdJ é um Rogue e Striker já dá pra ler na primeira página. Mas o que define seu personagem? É um vigarista? Um Robin Hood? Um ex-marginal? O conceito é muitas vezes uma palavrinha, mas que já dá outra definição ao seu personagem.
- De onde ele vem? Não precisa preencher páginas descrevendo a bucolidade do Condado, mas diga qual a origem do seu PdJ. Se for um cenário publicado, como Forgotten, é mais fácil, senão, peça uma sugestão ao seu DM se você não conhecer o mundo dele. Essa também é uma palavinha que instantaneamente cria um vínculo com o mundo à volta do PdJ, e já dá alguns ganchos e motivações.
- Traços particulares. Adicione tempero à gosto: descreva seu PdJ fisicamente, adicione algumas características peculiares e pronto.
Qualquer coisa adicional é bônus: dramas pessoais, família, infância, amigos, negócios não terminados, relacionamentos do passado, e por aí vai. Eu acho que esse tipo de coisa você pode ir adicionando a um personagem a medida que a história vai andando, e a coisa vai funcionando com num livro: você não descobre tudo sobre seu protagonista nas primeiras páginas.
Mas, claro, esse é o caso em que pecar pelo excesso pode ser positivo. Por exemplo, vejam as histórias de personagens legais que o pessoal do RPG Sem Compromisso escreveu, ou ainda a história muito legal que a Dani Toste mandou de sua personagem de D&D Priska.
Vários outros blogs e rpgistas já comentaram sobre esse assunto, dêem uma olhada:
- Dicas do Magus, no portal RPG Online;
- Como criar Biografias e os quatro blocos do Background, do Camilo RPG;
- Responda questionários, como esse que nossos amigos portugueses do Abre o jogo fizeram;
- O Castles & Dragons também falou a respeito;
- Mesmo que você não tenha tempo, o Tio Nitro te ensina a dar uma alma ao PdJ, ou mesmo deixá-los inesquecíveis;
E vocês? Vocês preferem personagens iniciais com pouca história e ir incrementando ou já detalhar o máximo possível?


Bastão de Fogo (padrão; sem limite) ♦ Flamejante, Arma
Destino Mortal (menor; recarga
) ♦ Sombrio
Explosão de Sombras (padrão; sem limite) ♦ Sombrio
Maldição de Lucifron (menor; encontro) ♦ Sombrio
No feriadão, tudo fica meio devagar, inclusive os links do Domingo. Mais uma vez a produção nacional detonou a gringa, pelo menos nos meus favoritos!
Seguindo uma sugestão do nosso leitor e ouvinte 

Os Gigantes de Lava que habitam Molten Core são criados por Golemagg, o incinerador. Ele molda as criaturas com a lava existente no núcleo, e depois usa um ritual Primal para trazer almas do Caos Elemental para habitar os corpos gigantes. Geralmente os Gigantes andam em pequenos grupos, agindo como patrulhas do Núcleo. Arrogantes, essas patrulhas dificilmente chamarão ajuda ou darão alerta, por acharam que qualquer grupo de aventureiros não é páreo para sua fúria (e geralmente não são).