Qual o seu warlord favorito?

WarlordSeguindo no ritmo do nosso último podcast, perguntamos aos nossos leitores e ouvintes qual o seu build de Warlord, o Senhor da Guerra, favorito. Se você já jogou com esse líder marcial, com certeza já tem uma opinião. Senão, ouça novamente nosso último episódio e veja qual parece ser mais interessante dada as opções.

Além disso, queria divulgar o Guia do Warlord, criado para servir de guia no podcast, pelo nosso convidado de ontem o Pedro Serrano. Contribua você também com suas dicas!

Segue então a enquete da semana:

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Outra pergunta: você gosta de personagens híbridos? Ou prefere focar no que sua classe e papel são bons? Espero que você consigam jogar esse final de semana e rolem 20!

Imagem por Wayne England

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro 13th Age. @dsaraujo no twitter

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10 respostas a Qual o seu warlord favorito?

  1. newtonrocha disse:

    O Senhor da Guerra presença tática é sensacional para ajudar o grupo nos combates. Acho que vou fazer uma matéria sobre o Senhor da Guerra, pois a cada sessão vejo que o papel dele é importantíssimo no combate em equipe.

    • Dg_warlord disse:

      Incentivo a iniciativa! Warlords devem ler muito sobre o sistema e sobre táticas. No forum de D&D discutem a classe com muita vontade. Vale a pena pensarmos em postar imagens com táticas, mapas estratégicos. Existem movimentos do Warlord que são fenomenais, assim como as estratégias de uso das habilidades, etc etc ….

  2. DM_Rafael disse:

    Presença tática: bônus de acerto na quarta edição é tudo!

  3. Hanariel disse:

    personagens hibridos sao bons, mas tem seus limites, eu por exemplo jogo como uma paladina que tbm faz um bom papel de lider, mas tenho conciencia que meu papel principal eh de defender, então meu papel de lider fica apenas para o momento de nessecidade.
    acho que fazer um personagem fora do papel da sua classe eh bom caso o papel da sua classe ja tenha sido preenchido, exemplo, tem um fighter na party, e voce quer jogar de paladin, você ai poderia deixar o role de defender de lado e fazer um paladin leader ^^

  4. Leandro disse:

    Eu gosto de fazer personagens híbridos, eu acho divertido.

  5. Franciolli disse:

    Eu prefiro o Inspiring Presence! E vi hoje, narrando uma aventura, que é um poder relevante.

  6. Rey_Ooze disse:

    Eu gostei do Bravura que entra no meio do Tumulto e dá porrada a 3 por 4 ! hehe

  7. Bento disse:

    Gostei do Inspiring Presence, achei que ele é bem pratico. Um exemplo de Inspiring Presence é o Arkantos do Age of Mythology, ondem com sua lança aumenta a moral dos seus guerreiros

  8. Dg_warlord disse:

    Cada poder (Inspiring, bravura, tatical, etc..) é melhor quando adequado às peculiaridades de seu grupo. Não concordo com a existência de um melhor ou pior warlord, mas do uso que é feito dele. Se seu grupo jogo de um certo modo, possui uma estratégia. Cabe ao jogador que quer fazer o warlord (ou se tornar um) perceber, entender e promover a eficiência no grupo.
    Como o nome indica, o Lorde da Guerra, Senhor da Guerra, Comandante, etc, é aquele que existe para o sucesso do grupo.
    O warlord é autruísta, ele não pode ser egoísta. Ele deve se retirar de foco para catalizar as forças do combate em direção à vitória. 😉

    Então, minha sugestão aos jogadores que querem fazer Warlords é deixar todo o grupo resolver a classe deles primeiro. A partir disso, você conversa com todos para entender como eles vão atuar. De nada adianta um Warlord com Bravura presence se o grupo atua defensivamente ou é totalmente carente de suporte (defesa, hp, AC). Neste caso, um Bravura é mais inimigo que amigo! 🙂

    Eu, atualmente, jogo com um Bravura Presence porque no meu grupo ele atua de modo mais eficiente.
    Cabe ao jogador que irá interpretar o Senhor da Guerra tomar a postura crítica e analisar o dia-a-dia de jogo pra entender como atuar naquele grupo.

    Gosto da classe; ela é inspiradora e divertida. Deixa o jogo com mais ação e reforça o ideal tático estrategista da 4th edição. Boa aquisição para o jogo!

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