Reporte de Sessão – Princes of the Apocalypse – 2

Gravei novamente nossa última sessão de D&D via Fantasy Grounds. Voltamos pra cidade e depois partimos atrás do monastério da Pedra Sagrada, que talvez esteja dominado pelo custo do elemental da terra.

Momento alto (por volta de 1h09m): depois de meses só rolando 1 de dano com meu Acid Splash, fiquei empolgado em começar a mandar Fire Bolts de 2d10. Adivinha o dano.

Você também pode assistir nossa sessão anterior aqui, e assinar nosso canal do YouTube.

Até!

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro 13th Age. @dsaraujo no twitter

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2 respostas a Reporte de Sessão – Princes of the Apocalypse – 2

  1. Não cheguei a jogar PotA, só as modulares. O lance mundo aberto dessas novas campanhas torna um pouco vai-e-vem na leitura. Mas cada uma é um cenário que dá pra ser reaproveitado em altas aventuras! 😀

  2. Roberson Cassol disse:

    Saudações rolando20.

    Único revés que particularmente vejo, é o fato de ser jogado online, apesar de eu ser aficionado por tecnologia. Na minha jornada como DM, datada no início da década de 90′, sempre preservei a essência básica do RPG, reunir um grupo em volta de uma mesa e contar histórias, buscando a interação lúdica com o roleplay. Costumo preparar a sessão, colocar figuras e imagens no iPad, som ambiente com uma pequena caixa JBL, muitos, mas muitos livros e suplementos, fichas de papel, lápis, borrachas, mapas de minha autoria, mapas oficiais enormes, grid de combate e miniaturas. Junta-se todos estes ingredientes e voilà!, a diversão está garantida.

    Vale frisar, jogar via Fantasy Grounds não deixa de ser divertido, longe disso, mas minha intuição é reforçar a interação pessoal nas mesas de RPG, afinal a melhor maneira de se jogar o autêntico rpg é em volta de uma mesa com os amigos, a tecnologia está ai p/ auxiliar, mas não p/ substituir.

    Abs.

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