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Podcast Rolando 20 – Episódio 110 – Lost Omens

Olá Jogadores e DMs! Hoje Daniel Anand e Davi Salles batem comentam o que gostam (e não preferem) em cenários prontos, com o Daniel focando em seu cenário de preferência atual, o Lost Omens, para Pathfinder segunda edição.

Peço aos ouvintes que curtem o Rolando 20 que compartilhem o nosso retorno nas redes sociais! Vocês também podem nos ajudar clicando em nossos banners, comprando PDFs na Dungeon Master Guild ou sendo inscrito no nosso canal do YouTube.

E deixe aí seu comentário! Já jogou em Golarion? Como foi sua experiência?

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Reporte de Sessão Resenha

A Queda de Pedra-Flagelo

Esse post é uma mistura de diário de campanha com resenha. Quando decidimos terminar nossa campanha de 5E e começar uma nova de Pathfinder segunda edição, eu decidi que não seguiria uma série de aventuras prontas, mas aproveitaria o fato de jogarmos uma vez por mês para exercitar o meu lado criativo e planejar minhas próprias aventuras, uma das coisas que mais gosto de ser o Mestre.

No entanto, eu não teria tempo de preparar algo para as nossas primeiras sessões, então fui caçar opções de coisas prontas que eu pudesse reutilizar. Material oficial eu só tinha duas opções: a primeira parte do Adventure Path Age of Ashes, e o módulo The Fall of Plaguestone, que acredito que sairá no Brasil pela New Order como A Queda de Pedra-Flagelo. Decidi então usar o módulo, nem que só as primeiras partes, enquanto eu pensava nos plots e sub-plots para os níveis mais avançados, especialmente focados nas histórias dos personagens.

Mas a história funcionou tão bem para o meu grupo, que decidimos ir até o final do módulo. Vou contar aqui minhas impressões para outros mestres que queiram usar essa história em suas aventuras de Pathfinder Segunda Edição, inicialmente sem spoilers.

A aventura começa no clássico formato de caravana, igual à clássicos como B4 – The Lost City (D&D), Caravana de Ein Arris (GURPS), Caravans (Al-Qadin), ou mais recentes como The Black Road (5E Adventurer’s League). Em geral esse formato é um pouco Rail-roady (nos trilhos), mas se a aventura não ficar presa na rota da caravana, é uma excelente maneira de começar a campanha, com os vários personagens dividindo suas histórias nos longos dias de viagem.

A aventura mistura bem os aspectos de Exploração, Roleplay e Combate no começo, embora esse último não seja o ponto forte dessa aventura: talvez por ter sido produzida junto com as regras, os desenvolvedores preferiram errar para o lado da dificuldade, e alguns dos encontros combativos da aventura são bem difícies, e podem dar trabalho para mestres iniciantes (especialmente se estiver jogando Pathfinder Segunda Edição pela primeira vez).

O meio e final da aventura involve a investigação de duas “dungeons”, e embora ambas sejam pequenas, pode ser um pouco entediante para grupos que não sejam fãs de masmorra. Eu sempre removo alguns dos encontros mais chatos (nada de 1d6 morcegos gigantes). O grupo vai terminar o módulo próximo do nível 4, prontos para aventuras mais difíceis.

Para quem vai expandir a aventura, pode ser interessante estudar e aprender sobre a região onde a aventura acontece, se quiser aproveitar o material existente de Golarion, embora seja muito fácil de ambientar essa aventura em qualquer outro lugar, já que a história se passa toda na cidade de Etran’s Folly (nome oficial de Pedra-Flagelo) e redondezas. A caravana sai de Elidir, capital de Isger, região vassala de Cheliax, no meio do continente de Avistan, e se dirige à Almas, capital de Andoran. Eu fiz esses mapas para ajudar a localizar os jogadores:

Atenção: spoilers leves daqui em diante, não leia se você quer ser surpreendido ao jogar essa aventura (includindo o mapa abaixo).

A primeira parte da aventura é um murder-mystery, uma investigação de um assassinato, e embora a solução seja meio direta sem grandes investigações necessárias, faz um bom trabalho em apresentar NPCs interessantes e pequenas histórias ou encontros paralelos para o grupo dos jogadores.

Uma das das coisas que adicionei na história foi aprofundar um pouco mais a história de Sylwith, uma potencial culpada do mistério que aflige a região, e adaptei a aventura curta A Most Potent Brew para ser o antigo laboratórito alquímico dela (comprado por um gnomo que queria limpar o porão para fazer uma cervejaria).

Também tentei conectar os personagens com os NPCs. Tamli (caravaneira meio-orc) ficou amiga da Monk do grupo, e Trin (garçonete) ficou apaixonada pelo mago. O goblin do grupo também sentiu-se compelido a ajudar Phinnick, o goblin suspeito do crime do Ato 1.

A primeira sessão terminou com o assassinato, que foi um excelente gancho, e terminei nossa quarta sessão com o enterro, que acabou dando nome para o grupo (esse já era o nome da campanha, mas sem nenhum motivo): The Order of the Last Flame.

Resumindo, estou muito feliz com a decisão de começar minha campanha com esse módulo, e acho que é uma excelente maneira de transicionar para suas próprias aventuras, ou a parte dois de Age of Ashes.

Se quiserem posso postar algumas das idéias e preparações que estou fazendo. Enquanto isso, bom jogos a todos, e rolem 20!

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Pathfinder Segunda edição – Primeiras impressões

Eu não sei se algum dia vou escrever uma resenha completa do Livro Básico Pathfinder Segunda Edição (quem sabe um podcast?), mas queria dividir com os leitores fiéis do Rolando 20 as minhas primeiras impressões.

Eu comprei o livro básico na GenCon 2019 depois de jogar uma aventura da Pathfinder Society, e comecei a ler o PDF no mesmo dia. Ainda não terminei, então lembre-se disso ao ler a resenha.

O livro, em si, é imenso. Mais de 600 páginas fazem esse tomo não ser exatamente amigável para a mesa de jogo. Sim, é lindo (especialmente a versão limitada e autografada que tenho aqui), mas vai provavelmente ficar na estante. O PDF, que comprei por $9.90 na GenCon, é o que tenho usado para ler.

Eu joguei muito pouco de Pathfinder primeira edição. Primeiro, porque ao contrário do motivo de muitos para se juntar ao sistema, eu gostei muito da quarta edição do D&D. E, mais tarde, com o lançamento da 5E, o sistema já tinha tantos suplementos e alternativas que me parecia muito complicado me sentir à vontade novamente. Mas sempre vi o excelente trabalho que a Paizo fez para suportar seu sistema, com suplementos, as excelentes Adventure Paths (aventuras que vão do nível 1 ao 20) e livros de cenário.

No entanto, joguei muito da 3e e da 3.5, e gosto de uma maneira geral de jogos d20. Curioso com PF2, fiquei muito satisfeito com o que vi. O sistema me parece complexo e denso o suficiente para te oferecer opções a todo nível (e todo round), sem te bloquear pra sempre nas escolhas que fez (como a 5E) ou te afogando em opções (como a 4E).

O que mais gostei no PF2 foi o sistema de três ações, uma simplificação e melhoria do move/attack/swift action da 3e. Todo mundo tem três ações por round em PF2, e se você quiser pode se mover 3x, atacar 3x (com penalidades, claro), ou até mandar múltiplas magias. A maior para das magias usam duas ações, e é aí que a economia de ações se baseia. A mesma coisa para multiplos ataques, que vão (em geral) removendo as penalidades dos múltiplos ataques que todos podem fazer.

O que menos gostei no PF2 foi do sistema somar o nível em tudo para escalar. Seu AC, perícias, chance de atacar e etc somam o seu nível, levando a roladas +40 ou mais nos níveis finais. Isso faz com que monstros de níveis baixos tornem-se irrelevantes e de níveis altos sejam indestrutíveis, similar a matemática da 4E. Não acho que seja necessário, e faz ter que reescrever todos os números da ficha quando se passa de nível.

Gostei: A arte é linda como sempre. Wayne Raynolds continua exemplar. Não gostei: penduricalho de itens mágicos e dependência em tê-los para o balanceamento do sistema. Não sei: Não li ainda sobre o cenário, baseado em Golarion (Age of Lost Omens).

Resumo de tudo: Se você só quer jogar um RPG de fantasia casual, 5E é o lance. Mais simples, mais acessível, e a maior parte das pessoas tem uma noção. Se você quer jogar com jogadores mais experientes, que estão procurando profundidade (tanto nas opções de construção de personagem quanto um combate mais tático), Pathfinder 2 é uma excelente opção.

Em geral ainda acho 13th Age o meu RPG de fantasia favorito. Mas isso fica pra outro post.

Até!

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O futuro do D&D

Li essa matéria, enviada pelo Pedro (que participou lá atrás do podcast do Warlord, e que jogou muito D&D comigo), e fiquei aqui pensando sobre o futuro do Dungeons & Dragons.

A matéria (pra quem não leu) basicamente fala que a quarta edição foi um tiro no pé da Wizards of the Coast, que criou seu maior rival (a Paizo) e que agora está numa situação de declínio. E, isso, eu concordo.

Não me leve a mal, eu acho que a quarta edição do D&D é um jogo de RPG sensacional, um dos melhores conjuntos de regras já lançadas no mercado. Foi ousada, quebrou paradigmas, acertou no balanceamento, no aspecto tático e estratégico. O problema é que, depois de lançar a terceira edição com a OGL, a WotC não deveria largar aquele modelo de regras nunca mais, porque senão perderia o controle da sua criatura. E perdeu.

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Podcast Rolando 20 – Episódio 58 – Novidades

Episodio-58Olá Jogadores e DMs,

Hoje vamos falar de várias novidades do mundo do RPG, como os novos lançamentos para The One Ring, os boatos de Pathfinder em português, as classes marciais em D&D Next, e os lançamentos da Wizards of the Coast. De brinde, algumas dúvidas dos ouvintes!

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E rolem 20!