#RPGaDay 2017 – Dia 21

Com qual RPG se faz mais com menos palavras? Essa é a pergunta do #RPGaDay de hoje, e uma desafiadora. RPG é um jogo de conversa, e geralmente o jogo realmente acontece com as trocas de palavras entre os jogadores e o mestre.

Uma das maneiras de olhar pra essa pergunta é que jogo de RPG funciona sem um monte de conversa? Pensando dessa forma, acho que o Ars Magica é um bom exemplo de jogo assim: um monte de jogo pode acontecer e anos podem se passar com apenas anotações de XP na ficha do personagem.

Outra maneira é pensar em qual RPG funciona com um set de regras curto e suscinto. Nesse caso, eu vou escolher Dread: o livro de regras é super pequeno, contém uma aventura e personagens prontos.

E vocês?

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#RPGaDay 2017 – Dias 17 a 20

Vou aproveitar pra já responder as perguntas de ontem, de hoje, e do final de semana para o #RPGaDay 2017.

Dia 17: Qual RPG que você adquiriu a mais tempo e nunca jogou?

Vocês devem lembrar da minha estante de RPG (e isso foi antes de 13th Age e da 5a. edição do D&D). Putz, como tem jogo ali que nunca joguei uma sessão: D&D Dragonlance 3E, Marvel Superheroes SAGA, Warcraft RPG, Alternity StarDive e DarkMatter, Star Trek da Decipher (vendi esse pro Marcelo Dior da Terceira Terra), The World’s Largest Dungeon (AEG), e uns outros. Acho que o Alternity é o mais antigo desses.

Dia 18: Qual RPG você jogou mais na sua vida?

Fácil e rápido, D&D. E acho que joguei mais ou menos o mesmo tanto de AD&D 2nd edition, D&D 3.xE e D&D 4E, com D&D 5th edition quase lá.

Dia 19: Qual RPG é o melhor escrito?

Alguns livros de RPG são muito gostosos de ler. O meu favorito ainda é o Ptolus, mas os suplementos do Ars Magica e de Forgotten Reams e Eberron do D&D 3E acho que fazem parte dos top RPGs pra ler na minha coleção.

Dia 20: Qual o melhor lugar para se encontrar RPG fora de linha?

Eu já comprei bastante coisa na Noble Knight Games. Algumas coisas comprei no eBay (tenho que resistir aqui nos EUA) e no Mercado Livre quando morava no Brasil.  Hoje em dia, claro, Drivethru e DM’s Guild são uma mão na roda pra comprar velharia de qualidade!

Rolem 20!

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#RPGaDay 2017 – Dia 16

Adaptações, quem nunca fez uma em seu sistema predileto. A pergunta de hoje do RPGaDay 2017 é: Qual RPG você gosta de usar sem fazer adaptações?

Eu não sou muito de regras opcionais no meu D&D, que é bem certinho, mas não tem como não adaptar: a regra de inspiração, por exemplo, vai ser diferente pra cada mesa que você ver. Eu vou falar que eu jogava a quarta edição do D&D bem em como vem no livro, sem adaptar nada. Mesmo a regra de diminuir hit points dos monstros, super popular, nunca precisei, já que meus jogadores eram super munchkins e detonavam os encontros super rápido.

Então pra mim, D&D 4E. E vocês?

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#RPGaDay 2017 – Dia 14 e 15

Eu pulei o dia 14 porque a resposta é obvia! A pergunta era Qual RPG você prefere para campanhas sem um final definido (open-ended)? A resposta: 13th Age!

Já hoje, a pergunta é Que RPG você gosta de adaptar? A nova geração vai falar Savage Worlds, FATE, essas coisas modernas aí. Pra mim RPG de adaptar sempre foi e sempre será GURPS. Eu mesmo escrevi uma adaptação de Arquivo X para o Brasil, e eu mestrava uma aventura recorrente de “Call of Cthulhu” em encontros internacionais também baseado em GURPS, com um pouco de misterio e psionismo.

E vocês?

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#RPGaDay 2017 – Dia 13

Seguindo com o #RPGaDay 2017 – Descreva uma experiência de jogo que mudou o jeito que a você joga.

Putz, essa é difícil de responder. Eu com certeza mestro e jogo muito diferente do que eu fazia na década de 90 quando comecei a se meter com esse tal de RPG, mas acho que isso foi uma mudança gradual e constante, e não teve um grande momento abrupto. Acho que as situações que eu mencionei no dia 7 foram algumas delas.

Pra mim uma grande realização foi jogar Ars Magica, e sacar que o RPG não é sobre você, sobre o seu personagem. É sobre a historia em conjunto. Desde então eu fiquei muito mais feliz em ver as histórias dos outros personagens e NPCs do que necessariuamente a do meu personagem. Achi que isso me fez um jogador melhor.

E vocês?

 

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#RPGaDay 2017 – Dia 12

Arte. Uma parte fundamental dos Roleplaying Games. A pergunta do #RPGaDay de hoje é: Qual RPG tem a arte interior (i.e., tirando a capa) mais inspiradora?

Não vou contar livros de arte de RPG, que me parece ser roubar, tem que ser livro de RPG mesmo. Tem muitos RPGs com a arte fantástica. Praticamente todas as diversas versões do Call of Cthulhu vêm a cabeça, especialmente o Cuthulutech. Mas o que eu até hoje volto para folhear quando preciso de inspiração é o Alternity: Dark•Matter, um RPG mistura deGURPS Illuminati com Arquivo X. Ou, pra geração de hoje, uma coisa bem Black Mirror encontra Stranger Things.

E vocês? O que recomendam para arte?

Edit: Esqueci de duas menções honrosas que tem que estar aqui: a arte maravilhosa de Tony DiTerlizzi em Planescape e a de John Howe no The One Ring.

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#RPGaDay 2017 – Dia 11

Dia 11, e a pergunta é: Qual “jogo morto” você gostaria de ver renascido? Esse tive que pensar um pouquinho especialmente porque muitos desses jogos estão voltando com tudo por conta do Kickstarter e outros esforços colaborativos. RPGs como Travellers, Rifts e outros estão de volta por aí.

Mas o que eu queria ver de volta é o sistema que, na minha opinião, é o melhor sistema de RPG para o gênero de super-heróis: MEGS, o Mayfair Exponential Game System, que era a base para o DC Heroes RolePlaying Game, depois relançado como Blood of Heroes.

Esse sistema era perfeito, por ser exponenciais (ou logarítmo, no sentido contrário), para colocar num mesmo sistema coeso a ficha do Superman e do Robin, com números razoáveis. Joguei muito essa bagaça, e adoraria ver uma quarta edição.

E vocês? Que jogo queriam ver de volta à vida?

 

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