Podcast Rolando 20 – Episódio 13 – Paladino

Episodio 13 - PaladinoOlá Jogadores e DMs!

Nesta sexta feira, Daniel Anand e Davi Salles voltam a análise das classes básicas do Dungeons & Dragons 4a edição, falando do mais divino e abençoado dos guerreiros, o Paladino! A história desses cruzados, as melhores (e as piores) raças, a análise dos poderes iniciais e os pitacos tradicionais da equipe Rolando 20.

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E continuem rolando radiantes 20!

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro 13th Age. @dsaraujo no twitter
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42 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 13 – Paladino

  1. Fernando Fagundes disse:

    Pessoal, ainda não ouvi o podcast, mas como eu fui uns dos que pediram pelo Paladino, vai meu muito obrigado e PARABÉNS adiantado.

    Difícil ver um site como o de vcs, diariamente atualizado, excelente e funcional layout (usabilidade 100%) e com tanta atenção aos leitores.

    Parabéns aos dois !!!

  2. Vinicius Lunguinho disse:

    Muito bom mesmo o Podcast de vocês! Escutei todos os episódios e pra mim não tem podcast em português de D&D melhor do que o Rolando 20. O blog como um todo está de parabéns! Também gosto muito das Skill Challenges que vocês postam.

    Sugiro que o próximo Podcast de classes seja sobre o Ranger.

    Parabéns pela iniciativa!

  3. Rey Ooze disse:

    O paladino poderia ser bem melhor do que ele é.

    Ele não cumpre muito bem o papel de defender e nem o de líder.
    Ele realmente fica bom, aliado a algum outro Defender. Mas como o unico defender do grupo, o guerreiro fica melhor.
    Agora parece que o Source Divine vai ser o primeiro a completar o set de roles quando sair o PHB2:
    Defender (paladino), Striker (Avenger), Leader (Clérigo) e Controller (Invoker).
    Dá pra fazer uma campanha religiosa ! Allah Akbah!

    Último post de Rey Ooze: Concurso – Eu Criatura.

  4. Youkai X disse:

    Até que não, Ooze. As sources arcana e primal também t6em todos os roles preenchidos. Realmente o próximo podcast é para o ranger e depois warlock e warlord, (quem sabe interrompendo para um podcast sobre o PHB2, mas ainda acho melhor que seja depois do warlord, para que dê mais tempo de ver o PHB 2)

  5. Marcelo Dior disse:

    Gostei muito da dica do Eladrin Paladino como um segundo defender no grupo. Eu não havia sacado isso, e vou recomendar essa configuração para um grupo de novatos que vai começar a jogar por aqui — o DM vai sair da minha mesa para mestrar para eles.

    Último post de Marcelo Dior: Ultimate Real Power

  6. Marcelo Dior disse:

    Desculpem postar duplicado, mas esqueci de uma coisa: o áudio está muito baixo. Quando ouço no computador as caixinhas de som (comuns) não dão conta, e tenho que passar o som através da TV para conseguir ouvir bem — para exemplificar o quanto acho que os episódios estão baixos, normalmente o volume da TV fica no 30 quando a assisto, e tenho que subir até o 60 ao tocar o podcast usando-a como caixas de som.

    Mesmo no iPod o som está baixo: se estou andando na numa rua durante o dia não consigo ouvir muita coisa. Se me permitem a petulância, o volume do arquivo poderia subir ao menos uns 6 dB.

    Último post de Marcelo Dior: Ultimate Real Power

  7. Vinicius Lunguinho disse:

    Uma outra coisa que eu queria comentar é que muita gente diz que o paladino de força é pior que o de carisma por dois motivos:

    Dano menor da marca e menos opções de poderes para escolher, especialmente em níveis mais altos.

    Realmente o dano da marca é pior, mas o paladino de força tem uma vantagem pra compensar isto. No caso, o paladino de força vai ter ataques de oportunidade bem mais eficientes, visto que os ataques de oportunidade são baseados em força. Uma coisa compensa a outra, uma build vai ter melhor marca e a outra vai ter melhor ataque de oportunidade.

    E observando o PH1, o paladino de força tem mesmo menos opções de poderes pra escolher em certos níveis. Mas acredito que eles devem resolver isso no Divine Power trazendo mais opções para quem quer se focar em força. Tenho fé que esse livro vai deixar as duas builds igualmente atraentes.

    E eu já experimentei fazer um paladino ”híbrido” como vocês comentaram no podcast. Fica muito bom mecanicamente e está longe de ser um personagem difícil de se jogar.O sistema permite isso numa boa, já que você sempre ganha os bônus por nível em dois atributos. Basta você por um 16 em For e em Car, além de um 14 em Sab e com o passar dos níveis ir sempre aumentando For e Car.
    Você não vai ter um 18 inicial no seu atributo de ataque, mas quem disse que um personagem precisa ter um 18 pra ser efetivo? As Heavy Blades com seu bônus de +3 de proficiência estão aí pra ajudar quem não começa logo com um 18. Essa build híbrida tem vantagens e desvantagens, mas de uma forma geral não fica atrás de nenhuma das outras duas builds sugeridas no livro não.

    E por último, que meu post já tá grande, halflings dão ótimos paladinos de carisma.
    Muita gente pensa que eles não são bons porque são pequenos e tem que usar armas menores mas se esquecem que a restrição é só pra armas versáteis e de duas mão. Isso significa que você pode fazer um halfling com cimitarra e escudo numa boa! Definitivamente essa raça não é tão ruim quanto aparenta ser à primeira vista.

    Ficam aqui minhas opiniões e espero ter contribuído com a discussão.

  8. Max Silva disse:

    Muito bom!Foi a primeira vez que eu ouvi os podcasts e mesmo eu não jogando 4ª ed,estou pra começar uma campnha de 3.5 e não tenho nem a fortaleza do pendor das sombras,eu achei muito útil,me deu uma boa ideia que como vai ser a nova edição e deu pra aprende sobre as origens do paladino!

  9. Kender Doido disse:

    sou do tipo de pessoa que fica de longe olhando, e que prefere não se intrometer muito, mas eu tenho de dar o braço a torcer… o rolando 20 já é minha pagina principal…
    descobri o D&D 4e a pouco tempo… tem só um mês que jogo esse sistema, mas, como já jogo desde o primeiro D&D (e fiquei saudoso ao ouvir no pod uma menção), não foi um choque tão grande quanto passar do AD&D pro D&D 3ª, por exemplo.
    uma das duvidas que eu tinha e foi solucionada era em questão à marca do paladino e do guerreiro (coisa que me intrigava e eu pouco conhecia, já que sou o controler do grupo. =P)

    estou aqui pra parabenizar a todos que fazem do rolando 20 o melhor blog de rpg que tenho lido, e ao daniel e ao davi, pelo ótimo podcast…
    MUITO BOM… parabém pelo trabalho bem feito (trabalho miseravel, de só quem edita podcast sabe o que é).

    ps: senti falta da lista das musicas deste pod… quero saber qual musica (versão) é aquela do mario.
    ps[2]: sobre a armadilha de mãos undeads, tem algo parecido com isso em dragonlance… (cenário que eu espero que saia logo para 4e … estou tentando adaptar home rules enquanto isso) antes da torre da alta feitiçaria… não lembro ao certo… tenho de rever isso.

  10. Youkai X disse:

    Realmente uma coencidência estranha que o podcast dos paladinos seja numa sexta feira 13 e que um dos grandes desastres para os Templários fosse numa sexta feira 13 (que foi uma das causas da superstição com esse dia).

    A paladina da minha mesa em muitos pontos nem lembra paladina. É unaligned e quer mais é que todos os inimigos morram e fica de birra com que não a tratar bem=P

  11. DM Rafael disse:

    Nossa, desde que comecei a ouvir o “podcast que é Crítico”, tenho aguardado com ansiedade o episódio sobre o paladino, que é nada menos que a classe que escolhi para estreiar como jogador no D&D4e.

    Quanto ao dia do post, é engraçado porque foi justamente numa sexta-feira 13 que uma grande ordem de “paladinos” foi extinta, numa grande jogada política. Aliás, uma das origens da sexta-feira 13 ser um dia de azar, aponta justamente para esse evento.

  12. naõ ouvi o post, mas acho o trabalho de vcs muito legal. Eu vou jogar com um paladino agora com um pj meu que vai dar as caras para mestrar. Olha, olhando ele mecanicamente tem algumas desvantagens, mas ele também tem certas vantagens. Fiz meu paladino baseado em FOR, SAB e CAR e pelo menos na ficha ele está excelente. Além do mais, ele é um elfo.

    Último post de Jean da Silva: Criando 1 aventura em 1 hora

  13. Daniel Anand disse:

    Galera, obrigado pelos comentários positivos e de incentivo.

    @MD puxa, muito me surpreende sua avaliação. Eu uso o meu iPod Classic como referencia para verificar o áudio, e parecia normal, compatível com os outros podcasts que tenho. O arquivo já está normalizado em 0dB, qualquer coisa acima vai clipar o áudio. 🙁 Alguém mais teve esse problema? Foi só nesse?

    Gostei dos comentários Vinícius, boa análise.

  14. Leandro disse:

    Eu baixei logo quando saiu mas só escutei direito a tarde e o som geral realmente estava baixo.

    Não tem muito o que dizer sobre o podcast! está ótimo como sempre! muito informativo e bem editado ( tirando o problema do som ).

    Só tenho que fazer coro que halfling dão paladinos legais, tem um talento que dá mais CA para o halfling se ele estiver adjacente a dois inimigos de categoria maior que ele.

    Bom podcast! compensa ele ser quinzenal!

    Último post de Leandro: Coraline, etc.

  15. Marcelo Dior disse:

    O Vinicius Lunguinho que “observando o PH1, o paladino de força tem mesmo menos opções de poderes pra escolher em certos níveis. Mas acredito que eles devem resolver isso no Divine Power trazendo mais opções para quem quer se focar em força. Tenho fé que esse livro vai deixar as duas builds igualmente atraentes.”

    Se fizerem o livro Divine Power como fizeram o Martial Power, teremos nova(s) build(s) para o paladino, e novo(s) poder(es) voltado(s) para essa(s) nova(s) build(s), poderes que dificilmente compensam para as builds do PHB.

    Último post de Marcelo Dior: Ultimate Real Power

  16. inominavel disse:

    aha !!!!! second chance !!! sacanagem!! ahauahu.
    Muito bom o podcast, você não colocou as soundtrack, mas reconheci a trilha do Final Fantasy Tatics, do qual sou viciado.
    Comigo não teve o problema de audio que o marcelo falou, no meu mp3player ficou normal, parabens anand como sempre!

    Último post de inominavel: The Color Pie – O Branco

  17. Kender Doido disse:

    eu ouvi o podcast no meu celular… e ouvi direitinho… não tive dificuldades de entender nenhuma palavra que foi dita. ^^
    e… anand, ainda quero saber qual é a versão da musica do mario. =P

  18. DM Rafael disse:

    Bom, vou contar um pouca da minha experiência com o paladino para comprar com o depoimento do Vinicus:

    fiz meu paladino tentando focar mais em carisma e fazer mais equilibrado. Humano com STR 14, CON 14, WIS 14 e CHA 16, action surge e weapon focus (bastard).

    Durante o combate, eu usava mais o Holy Strike para tentar um dano extra ou o Enfeebling Strike para ter mais chance de acertar e dar um gás na defesa. Isso salvou umas duas vezes!

    De encontro, peguei o Radiant Strike. Mas por ser poder de STR, volta e meia eu errava. Já o diário foi o Radiant Delirium, mas tive tão poucas chances de usar (eu economizo demais o poder diário), que não tenho nem como avaliar.

    Depois de várias sessões, reparei que eu era mais um leader capenga que servia de escudo de carne pro grupo do que outra coisa. Era divertido, mas queria contribuir mais.

    Passados alguns meses sem jogo, pedi ao mestre pra redistribuir minha ficha. Dessa vez coloquei STR 18 e CHA 14, e foi uma diferença BRUTAL.

    Passei a errar menos os ataques e despachar mais rápido os inimigos. Em geral, poderes de força dão mais dano.

    Com a diminuição do carisma, passei a dar menos dano colateral com a marca, mas sinceramente o impacto foi muito menor que o aumento da força.

    No final das contas, eu vejo que no dnd4, somos praticamente obrigados a ter um atributo e pelo menos 18. E a WIS é MUITO mais importante que ter os dois atributos principais. Em outras palavras: depois de escolher entre STR e CHA, fique com ele e só tenha um atributo secundário! Dividir entre STR, CHA e WIS (sem falar da CON!) é muito ingrato a vida do paladino feito com pontos!

  19. Bem, eu não tive problemas com o som no MP3 player.

    Na parte de paladinos famosos, tem uma paladina “infame”, a paladina mais pentelha ever e um perfeito exemplo de como NÃO jogar com um paladino.

    É a Miko Miyazaki, a paladina que pentelhou a Order of The Stick por um bom tempo.

    Último post de Renato de Recife: renatorecife: @jos_el tinha esquecido, que gafe! muito obrigado pelo elogio ao sotaque kkkk 😉

  20. DM Rafael disse:

    Ah, ainda falando dos exemplos, acho o Aragorn é que seria um exemplo de paladino, não o Boromir.

    Mesmo sendo um guardião, ele tem características do paladino como “mãos que curam”, isso sem falar do combate no topo dos ventos. Ou vocês acham que aquilo era só tocha? Tava cheio é de dano radiante 🙂

  21. NERDCORE disse:

    Ficou bem legal o podcast.

    Com março chegando (PHB2) vocês vao ter assunto até o final do ano!

    Último post de NERDCORE: Escolhendo o grupo certo

  22. Ótimo podcast, como sempre. E dessa vez falaram sobre minha classe favorita. Joguei com um Paladino numa campanha de AD&D que durou cinco anos, lembro até hoje o quanto foi difícil rolar os atributos mininos… só depois de muitos ajustes é que consegui montar a ficha.

    Gostei muito das mudanças para o Paladino no D&D 3.5, considero que essa edição trouxe a melhor representação e distribuição de poderes. Já na 4ª edição ainda não consegui sentir o verdadeiro papel do Paladino, acho que ele teria ficado melhor se fosse focado mais no papel de Líder, talvez isso não tenha acontecido em virtude do Warlord (apesar de não ser Divino). Por enquanto na minha mesa de jogo ninguém experimentou o Paladino ainda, penso em incluir um NPC em breve para testar um pouquinho a classe.

    Abraço e mais uma vez parabéns!

  23. Kender Doido disse:

    joguei ontem e entrou um paladino do grupo…
    bem… ele é dividido entre carisma e str, ficou bem interessante… mas ele não é tão tanker quanto o guerreiro, não chega a ser leader e muito menos sabe dar dano como o ranger… enfim… é um chuchu… dá lá um dano vez ou outra, toma porrada pracaralho, mas caiu no fim do 3º combate… o jogador sabe se colocar no grid, o que ajuda muito, se não fosse isso, a part tinha acabado muito antes e teríamos de usar uma ação padrão pra dar o load game (já que save game é minor).

    acho sim que no 4e, pra tu ser bom no que faz, tem de ter pelo menos 16~18 no atributo principal e um secundário com 16… o problema é escolher bem qual o atributo secundário…
    ah! enfeebling strike salva o rabo de muita gente. ^^

    cya

  24. Fernando Fagundes disse:

    Mais uma vez, parabéns pelo PosCast.

    Sobre paladinos famosos, Arthur do filme (Arthur King – Rei Arthur com Clive Owen – este mesmo que o Davi citou durante o PosCast ). Apenas um detalhe, nesta interpretação Arthur pode ser visto como paladino por ter uma crença, os outros cavaleiros são fantásticos guerreiros, mas a única crença que têm é sua vontade de serem livres e sua amizade.
    Obs.: Daniel, neste PodCast vc perdeu alguns pontos de nerd, rsrsrsrs. Rei Arthur é um excelente filme, uma nova visão sobre o mito originada através de novos estudos. Outro que segue esta linha que tb recomendo é A ultima legião.
    Outros exemplos, seria o cavaleiro, acho que de nome Boen do filme Coração de Dragão (o antigo que o Dragão Draco tem a voz do Chan Conery). Neste filme tem até citação do código e tal…. Único ponto, é que ele é um paladino descrente. O que me leva a um comentário…
    Um bom exemplo de Quest para paladinos é uma cruzada solitária (ou em grupo) buscando a fé ou poderes perdidos de um paladino. Se o paladino perde seus poderes, por um ato de “erro” ou impensado, seria um bom exemplo de como se redimir. Já imaginou paladino sem seu “Chanel Divinit” por alguém tempo ?

  25. Marcus Mortati disse:

    Olá pessoal!

    Exelente podcast o de vocês. Gostaria de contribuir com uma informação das antigas. O paladino foi inserido nas regras do D&D 1ª Edição, na caixa Companion que cobria o 15º ao 25º nível. Quando um guerreiro Lawful (só existia o primeiro descritor do alinhamento) podia atingir o status de paladino ao chegar no 9º nível. O guerreiro neutral alcançava o status de Knight e o Chaotic, o de Vingador, ou ainda de continuar como fighter. Espero ter trazido alguma informação útil a vocês! Abraço a todos!

    • Marcelo Dior disse:

      Ah, bons tempos aqueles. Era desnivelado e desequilibrado que nem os nove infernos, mas era um D&D muito gostoso. Suas informações trazem memórias saudosas a meus três fios brancos de cabelo, Marcus. ^_^

    • yolanda mortati disse:

      Enão a guerreira yolandacontinua lutando,ela e forte e ñ se dar por vencida.

  26. Dani Toste disse:

    Olá Olá,

    Paladinos não são muito o meu forte, então os comentários tendem a ser curtos.

    Acho que um problema que sempre me afastou de escolher fazer paladinas foi a questão dos alinhamentos. Tenho um pouco de dificuldade em interpretar personagens “lawful” e isso fica um pouco mais complicado quando acompanhado do “good”, então alinhamentos livres são um ponto positivo ao meu ver.

    A história dos paladinos serem malas, bom… acho que as vezes sim, mas normalmente acho que isso é bastante importante de ter no grupo, normalmente gera ótimos roleplays. Então, apesar de eu não ser adepta de “lawful good”, acho que ter alguem com esse perfil no grupo da um tempero importante. Alias, ter alguém com pelo menos um pezinho no “evil” tbm ajuda.

    Outra nota técnica dessa vez: em alguns momentos a voz do Davi ficou com um pouco de eco. Nada muito drastico, nem atrapalhou, mas só para avisá-los.

    Abraços!

    Último post de Dani Toste: Porque largar o seu emprego para começar um estágio?

  27. André Augusto disse:

    Paladinos devem possuir a MESMA tendência da divindade que ele segue.

    Não acho uma boa idéia fazer um híbrido. Escolha ou STR ou CHA. Invista pesado nele e em Wisdom.

    Com relação a CONS, não esqueçam do feat Durable (+2 surges), que ajuda muito.

  28. Daniel Anand disse:

    Poxa André, erro crítico nosso! Explicamos a restrição de alinhamento dos clérigos, e não do Paladino, você está certíssimo.

    Em relação ao híbrido, dá uma olhada nesse personagem. Não acha um PdJ bacana de jogar? 😉

    Boa a dica do Durable.

  29. Tsu disse:

    eu também não sou fã de paladinos, principalmente por causa do roleplay nas edições anteriores. Eu odeio escoteiros.
    O paladino do meu grupo de 4ed é multiclass com warlord, reforçando o papel de leader dele.

    Último post de Tsu: Meme da Corrente de Livros

  30. Nibelung disse:

    Só um comentário rápido e indolor: Vocês ficaram meio em duvida sobre a tradução do On Pain of Death. A menos que tenha sido revisado, na aventura Fuga de Sembia o nosso amado halfling paladino Corrin Junquilho tinha esse poder. Ele se chamava "Sob Pena de Morte".

  31. Iago disse:

    haha ótima podcast sobre paladinos.Paladino sempre foi uma das minhas classes prefiradas,vlw mesmo.

  32. bruno disse:

    oi e ai pessoal … eu so un jogador e tenhus algumas duvidas sobre o paladinu.. no meu grupo ten um q é esstremamente forte no dano e xega a arrancar mais q eu q sou un guerreiro con maxado d duas mauns
    aki ta um ex do danu dele …1d10 da arma+profissienssia dos anoes =2+forssa 4+sabedoria4+1 da arma ser magika…olha ele fala q ele pod somer a forssa no danu pq ele ten uma marca q fla issu ..mais pa min pelo fato dele ser defenssor o dano dele ta muitu alto se for asin nun compessa pa min faser fuerreito e sin un paladino

    • Daniel Anand disse:

      Esse comentário seria imediatamente apagado, se não fosse um perfeito contra-exemplo. Se vocês escreverem aqui como esse bruno aí de cima, terão seus comentários sumariamente apagados. Só aceitamos comentários no Rolando 20 que sejam feitos em línguas de seres humanos (por exemplo, Português, ou mesmo eventualmente em Inglês ou Espanhol).

      Pequenas abreviações e neologismos da Internet são perfeitamente aceitáveis, mas por favor mantenham o Miguxês longe do nosso querido blog. 🙂

    • Marcelo Dior disse:

      Tô sentindo um cheirinho de perfil fake nesse bruno…

  33. Hero disse:

    Nossa, não sabia que existia RPGista fluente no miguxês…

  34. @Onor disse:

    Meu Deus, o rapaz executou a língua portuguesa como a Vanusa executou o hino nacional!

  35. Filipi disse:

    Miguxês no Rolando 20? Ta de sacanagem…. A proposito, não sei se já comentei isso aqui, mas o podcast de vocês ta muito bom! Doidimais! Eu nem jogo 4E direto, mas posso dizer que tiro um aproveitamento absurdo para campanhas em outros sistemas. Continuem com o bom trabalho!

  36. danramos disse:

    Meu deus, me deu uma agonia agora desse idioma alienígena!

  37. Yolanda D.mortate disse:

    Enão tandè os guerreiros assim como as guerreiras tb ficam velhos, fracos, e morrem.E vc vai esperar que isso aconteça c os seus guerreiros? o tempo passsa são 9 anos ta na hora de refletir.

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