Podcast Rolando 20 – Episódio 78 – Aventuras épicas

episodio-78Aventuras Épicas! Essa semana Daniel Anand, Davi Salles e o convidado especial Tio Nitro do NitroDungeon conversam sobre as aventuras de níveis alto, aventuras mais cinematográficas e com escalas mundiais. Contando um pouco da história dos níveis mais altos do Dungeons & Dragons, e dando dicas para jogadores e DMs, nos três nos divertimos contando nossos causos épicos nesse podcast.

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E rolem 20!

Sobre Daniel Anand

Daniel Anand, engenheiro, pai de gêmeas e velho da Internet. Seu primeiro de RPG foi o GURPS Módulo Básico, 3a edição, 1994. De lá para cá, jogou e mestrou um pouco de tudo, incluindo AD&D, Star Wars d6, Call of Chuthulu, Vampire, GURPS, Werewolf, DC Comics (MEGS), D&D 3-4-5e, d20 Modern, Star Wars d20, Marvel Superheroes, Dragonlance SAGA, Startrek, Alternity, Dread, Ars Magica e atualmente mestro D&D 5E on-line via Fantasy Grounds. @dsaraujo
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14 respostas a Podcast Rolando 20 – Episódio 78 – Aventuras épicas

  1. Tio Nitro disse:

    Muito obrigado pelo convite! Foi muito legal a conversa! 😀 Um grande abraço! 😀

  2. Natan disse:

    Caramba, Tio Nitro é muito fera! Parabéns pelo podcast galera, muito esclarecedor. Achava que era um erro gostar de jogar rpg’s mais cinematográficos hahaha, porém, vi que não 🙂

  3. Marcelo Ortolani disse:

    Adorei! Gosto muito do trabalho do Tio Nitro!!!

  4. Muito bom o cast!! Eu mesmo sempre me pegava pensando no quão difícil deve ser mestrar uma aventura no estágio épico. As dicas foram realmente muito boas. Continue com o bom trabalho, Anand!

    *Tio Nitro é uma figura de muito respeito no mundo rpgista =D

  5. Marcos disse:

    bacana… bom retorno p vcs e com o pé direito nesse recomeço!

    já bebi muito da fonte do tio “dinossauro” Nitro.

  6. Romário Oliveira de Vasconcelos disse:

    Esperando ansioso seu novo trabalho Tio Nitro! Essa trilogia S2

  7. Júnior disse:

    Grandes dicas. Muito divertida a conversa.

  8. Legal a participação do Tio Nitro! A vinheta do Nitrocast era “doidimais” — psicodelia pura.

    Sobre o tema do podcast em si. Penso que tem uma questão semântica aí: o “épico” no sentido de nível (20+) e o “épico” de escala de poder.

    Nunca joguei em níveis maiores que o 20º (mesmo na 4e, que os incorpora na progressão básica do personagem). Já é tão difícil chegar nos níveis altos (12+), imagina passar do 20. Imagino que aí esteja um dos problemas tanto dos níveis finais quanto dos épicos: eles acabam não recebendo muita atenção, justamente porque quase ninguém os alcança. Numa perspectiva de mercado: lembre quantas aventuras épicas (no sentido de nível) você viu? Em geral são poucas, por conta de toda miríade de considerações que se deve ter em mente ao desenvolver uma delas (desde a escala de poder até a identificação com o personagem).

    Agora, no sentido “épico” = escala de poder já tive algumas experiências. A maioria delas com DnD 3.X, nos níveis entre 17 e 20. Elas vão desde o PQPmassaveiodoidimais!!onze!® ao “é, tá legal por conta do encontro com os amigos” (sério, vencer o super-mega-ultra-foda-último-chefão com uma magia de nível 4 e ter que segurar a mão para não estragar a diversão dos outros, pode ser relativamente frustrante).

    O problema é que a maioria dos sistemas de RPG “quebram” com o aumento dos níveis. Não tem como. Então, o conselho de focar no “épico” ao longo da história/níveis é bem válido, se esse for o interesse do grupo.

    PS: Vc me deu ideias, Anand! Lembrei de um item que um jogador esta carregando numa campanha minha de 13A que pode trazer consequências terríveis! hehe

  9. Cast DOIDIMAIS!!!

    Gostei muito da menção que uma aventura épica não-necessariamente precisa ter personagens mega-poderosos-de-nível-infinito-cheios-de-itens-mágicos, mas sim a pegada da aventura e as consequências dela que importam.

    Atualmente em D&D5, na Adventurers League, existem as chamadas D&D EPICs, que assim como foi citado no cast elas não precisam de personagens de nível 16+ para serem jogadas. Na verdade, cada aventura é separada em estágios, similares aos estágios dos heróis, e cada estágjo de aventura conta para os demais, em um evento multi-mesa. As consequências são tão grandes que influenciam nas aventuras publicadas pela Wizards.

    #DnD
    #DnD_AL
    #DnD_AL_BR

  10. Pingback: Top of the Lake, Jerusalem do Alan Moore e PARTICIPAÇÃO no ROLANDO20 PODCAST!| NITRONEWSLETTER #42 – NITROBLOG

  11. @Heitordealmeida disse:

    Sei que estou meio atrasado mas, queria deixar meu comentário aqui.
    Vocês comentaram sobre o D&D não ter regras para Criar reinos e coisas do tipo. O Pathfinder tem regras para ‘Kingdom Builder’, que você pode adaptar facilmente pra um D&D por exemplo. (Estou inclusive tentando fazer isso.) Pode ser usado como recompensa épica para o grupo, um feudo só deles.
    Na 3.5 tinha também um livro sobre criar castelos e fortalezas mágicas, (não me lembro o nome agora) que tinha regras para o grupo criar sua própria dungeon\castelo\fortaleza e guardar suas coisas lá

    Anexo as regras de Pathfinder (são SDR, então podem usar livremente) – http://www.d20pfsrd.com/gamemastering/other-rules/kingdom-building

  12. Marcelo Ortolani disse:

    Adorei esse podcast! Sou muito fã do Tio Nitro!

Os comentários estão encerrados.