4 comentários até agora
Eu acho que a 4e acertou e em muito em tornar um combate um “minijogo” (que não tem mais hifen pela nova cartilha da lingua portuguesa) a parte, mesmo que as habilidades não façam muito sentido no contexto do roleplay (pq um artista marcial só pode usar tal habilidade uma vez por dia? Porque halflings só tem “sorte racial” uma vez a cada 5 minutos?), elas tornam o combate – que é um jogo a parte – muito mais divertido e equilibrado.
E qualquer idéia no sentido de tornar a coisa mais tatica e/ou ludica, logo, mais divertida, é bem vinda.
Boa idéia sir, boa idéia.
O lance é que o Dungeons & Dragons sempre favoreceu o uso de miniaturas. Tenho a impressão que aqui no Brasil nós nos acostumamos sem elas pela mera falta de material. Nos EUA, miniaturas sempre foram artigos comuns, que todo RPGista tinha (e tem) aos montes. Só agora, com dólar baixo e popularização do jogo, estamos vendo o uso em larga escala das miniaturas, em conjunção com um mais descarado favorecimento delas, que vejo como um retorno às raízes do D&D nas décadas de 1980 e 1990.
É uma pena que o Dólar baixo está indo pro vinagre! Mas mesmo quando o RPG ainda começando no Brasil, já existiam as miniaturas de chumbo por aqui.
@C Eu acho que não é muito difícil explicar os efeitos marciais uma vez por combate não: são manobras difíceis de executar. O fighter pode até estar tentando fazer um brute strike toda rodada, mas só quando ele gastar o poder (e acertar) que vai acontecer aquele monte de dano. Como já funcionava no Tome of Battle: Book of the Nine Swords.
Esse jogo é do estilo do 


[...] do d3System, mas será também uma nova coluna semanal aqui da Rolando 20. O objetivo é trazer (outros) aspectos de videogame para nosso jogo favorito, depois de emprestar tanto nossos termos para os [...]