18 comentários até agora
Explorar Dungeons é legal, mas só quando existe um "história da dungeon" pra se descobrir e tal, se for simplesmente "entrar na sala, matar o monstro e pegar os espólios" não tem muita graça (pelo menos pra mim).
Eu comprei essa aventura, mas ainda não parei para dar uma olhada, esses reportes de campanha no labirinto tão me deixando bem empolgado para ler a aventura com atenção.
o problema é que explorar dungeon sempre pode abusar um pouco…
Por isso eu faço sempre um esquema zelda… dungeons de vários ambientes diferentes, xD
Bando de Fantasmas SÁDICOS do inferno!!!! Se eu achar os ossos desses aventureiros mal amados eu vou chutar e quebrar todos!
Ah, nesse ponto eu sou bem old-school mesmo, adoro um bom dungeon crawl sem pé nem cabeça.
Pra D&D eu prefiro recorrer às dungeons quase sempre. O que tem acontecido na 4E é que minhas dungeons têm diminuido de tamanho. Ao invés de um grande aventura dentro de uma dungeon geralmente temos uma aventura com duas dungeons menores e uma parte "a céu aberto" entre elas.
Acho que meu grande problema com a Calima é q ainda não consegui achar o tom personalidade dela é o q acontece comigo qdo é o mestre que monta a ficha da pc hahaha. Uma coisa ficou clara a Caliste é a gêmea dominante aqui, hehe.
O lance é que os combates de dungeon no D&D 4e viciam! São legais demais!
Não sei com certeza, mas acho que tem uns 25×30 quadrados.
Não, em geral é o espaço para um encontro, o que significa, geralmente, de uma a três salas, com pequenas adjacencias. Mas as vezes uso tiles também.
A reformulada que deram no combate pra 4ed deixou tudo bem mais divertido, pra aquele grupo que se juntou agora e tal, acaba se tornando um jeito de fazer os jogadores começarem a criar amizades e até mesmo começar a treinar as táticas em equipe pra chegar afiado pra capar o big boss no fim da dungeon.
Eu já tinha visto em algum lugar que o foco da 4E é exatamente esse: combos de grupo, e não mais combos individuais!
Isso é legal da 4e, todos os jogadores e personagens são necessários. Então realmente cria-se um vinculo com o jogo e o grupo. O mago precisa ir lá jogar, porque se aparecer um swarm ou minions o grupo tá ferrado. O clérigo precisa curar. Se o guerreiro não defender não tem jogo! O que seria do grupo se o rogue não acabasse rapidamente com os strikers.
Essa necessidade de todos na mesa empolga muito, o mestre pode mestrar para todos, e todos se sentem importantes.
E o bacana é que desde os primeiros níveis a gente já sente a necessidade dessas roles no combate. Talvez nos níveis mais altos as classes de controler já consigam por si só dar conta de tudo (O que era o pecado mor das edições anteriores), mas aqui na minha mesa o pessoal ainda tá no heroic, apanhando pra matar goblin.
E uma coisa que eu notei, um Swordmage faz muito bem o papel de Defender+Striker, achei a classe bem over power, pelo menos aqui na minha mesa é, e isso porque estamos sem striker no momento.
Muito massa a dungeon…
Não conheço essa aventura, mas já deu ótimas idéia para usar na campanha.
[]'s
Olá Anand!
Tem como passar um tutorial de como fazer esse mapa quadriculado? tentei fazer um aqui mas não deu certo… na primeira vez que a gente usou ele rasgou! e nem ficou parecido com esse seu!
Valeu!
Os reportes da campanha estão muito bom…. a do circulo foi fantástica!
E no meio da Páscoa, nossos aventureiros voltaram a explorar as Thunderspire Mountains. Exilados de Cormyr, eles começam a descobrir que embaixo das montanhas existe uma sociedade completa (e complexa). Esse reporte contém spoilers da aventura H2 – Thunderspire Labyrinth.
O grupo
O grupo entra em uma sala com vários rastros de sangue, e aparecem três fantasmas de aventureiros. Os três foram mortos pelo guardião, mas desconfiam dos aventureiros. O grupo tenta convencê-los a ajudá-los, mas os dados não colaboram em nada e eles falham no desafio de perícia, e os fantasmas vão embora.


[...] Reporte de Campanha: Escamas Púrpuras Sessão 6 [...]